Nesta segunda-feira (7), as equipes de busca e apreensão do CPTran (Comando de Policiamento de Trânsito) apreenderam um veículo com mais de R$ 1 milhão em multas.
A apreensão do veículo foi feita pela Avenida Cupecê, no bairro Americanópolis, na capital paulista.
Após abordagem e verificação pela equipe, os policiais constataram que o veículo possuí falta de licenciamento desde 2017 e 831 multas, totalizando um débito de R$ 1.461.865,51.
Com a confirmação dos débitos, o veículo foi apreendido e removido ao Pátio Presidente Wilson.
Criminosos ainda não identificados invadiram a casa do ex-treinador Emerson Leão, 73, e furtaram a medalha de ouro conquistada na Copa do Mundo de 1970. Além disso, levaram uma réplica de ouro da taça Jules Rimet. Leão mora no Jardim Paulista, bairro nobre na zona oeste de São Paulo.
Em depoimento à polícia, o ex-técnico contou que saiu de casa na manhã de quinta-feira (3), acompanhado da esposa, e só retornou no domingo (6). A suspeita é a de que a invasão e o furto tenham ocorrido entre o fim da tarde de sábado (5) e a madrugada de domingo. Leão percebeu que o portão de entrada e algumas portas do imóvel estavam com marcas de arrombamento.
A réplica da taça Jules Rimet, reproduz a conquistada pela seleção brasileira na Copa de 1970. A original foi levada da sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), em 1983. No ano seguinte, a Kodak construiu uma réplica perfeita na Alemanha e a entregou à direção da entidade.
O caso é investigado pelo 14º DP (Pinheiros), até o momento, os envolvidos não foram identificados. O prejuízo ainda será estimado pelo ex-técnico.
Em abril de 2012, no mesmo endereço, Leão foi vítima de um roubo realizado por dois criminosos, que levaram joias e relógios de luxo. A dupla foi presa e reconhecida por Leão.
Nesta segunda-feira (07), Policiais Militares do 14° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano prenderam um homem por porte ilegal de arma de fogo, em Osasco.
Após o COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) irradiar sobre um veículo GM/Celta que estaria transitando pelo estacionamento de um supermercado, com três indivíduos em atitude suspeita, por um longo tempo, sem estacionar, a equipe policial se deslocou ao local onde avistou e abordou o veículo, ocupado por dois indivíduos.
Indagado, o condutor do veículo informou que o veículo GM/ Celta estava no nome de sua esposa, e que teria uma arma no interior do veículo, sendo assim, em busca veicular, foi localizado no assoalho do banco do motorista, um revólver calibre 357, com três munições intactas.
O indivíduo foi conduzido ao 9º Distrito Policial de Osasco, onde permaneceu à disposição da Justiça.
Dois homens foram presos por tráfico de drogas, na noite de sábado (05), na Avenida Marginal do Cadaval, em Carapicuíba.
A dupla estava próxima a um veículo quando percebeu a presença policial e tentou se esconder, o que chamou a atenção da equipe do 33º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano.
Na abordagem, foram localizados R$195,75 em dinheiro com notas diversas e uma porção de crack. Já no capô do veículo, havia uma sacola com diversas porções de cocaína, maconha, crack e anotações com a contabilidade do tráfico.
Os indivíduos foram conduzidos ao 1º Distrito Policial e permaneceram à disposição da Justiça.
Dois bandidos armados entraram no final da manhã desta sexta-feira (04), no banco Bradesco que fica na Avenida dos Patos, no bairro Aldeia da Serra, na divisa entre em Santana de Parnaíba e Barueri.
Eles haviam sequestrado duas mulheres na cidade de Carapicuíba e foram até a agência do Bradesco de Aldeia da Serra com as vítimas, para sacar o dinheiro e realizar possíveis transferências de valores.
A atitude dos dois indivíduos chamou a atenção de funcionários do banco e pessoas próximas. A polícia foi acionada e rapidamente chegou ao local, inclusive com apoio do helicóptero.
Segundo informações da Sociedade das Moradas de Aldeia da Serra (SMAS), durante a fuga, os indivíduos envolvidos na ocorrência bateram o carro na serra, que leva até o bairro, e correram para a mata. Um foi preso e o outro continua sendo procurado pela polícia.
As vítimas, duas mulheres, foram liberadas.
*Matéria em atualização.
*Com informações Destaque Regional e Folha de Alphaville
Até as 10 horas dessa quinta-feira, 3 de novembro, a Polícia Militar dissolveu 334 pontos de bloqueio e realizou 365 ações de liberação em avenidas da capital e em rodovias estaduais e federais em todo o estado de São Paulo. Mais de 260 multas, no valor de R$ 100 mil, foram aplicadas aos condutores que desrespeitaram a determinação de liberação das vias.
Na segunda-feira (31), 13 pontos foram liberados, na terça-feira (01) foram 64 e, ontem (2) foram 208 vias desobstruídas. A atuação das tropas do Choque, dos Baeps e dos comandos de policiamento locais possibilitou a rápida remoção dos bloqueios, garantindo o direito de ir e vir da população.
Na tarde de ontem, a Rodovia Castello Branco foi liberada por equipes do Batalhão de Choque da PM por meio de ação de controle de distúrbios, em que foram utilizados o veículo lançador de água e o veículo blindado guardião. Não houve registro de feridos.
Em Paulínia, policiais militares realizaram a desobstrução de estradas e saídas de importantes distribuidoras da cidade. Após a ação, a Polícia Civil foi acionada e realizou diligências nas refinarias. Agentes da Delegacia de Paulínia se deslocaram para outro ponto, na Rodovia SP 332, onde a equipe dialogou com um grupo de pessoas que estava no acostamento da via.
O motorista que atropelou um grupo de bolsonaristas em um bloqueio na Rodovia Washington Luís, em Mirassol (SP), na tarde de quarta-feira (2), disse à Polícia Civil que acelerou o carro após ser agredido pelos manifestantes. O atropelamento deixou duas meninas, de 10 e 11 anos, três PMs e outras 12 pessoas feridas. Ninguém morreu.
O condutor foi preso em flagrante por tentativa de homicídio e encaminhado para a Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de São José do Rio Preto (SP). Ele vai passar por audiência de custódia nesta quinta-feira (3).
A Polícia Civil de Mirassol segue investigando o caso para descobrir se o depoimento do motorista é verdadeiro. Testemunhas devem ser ouvidas nos próximos dias.
Das 17 pessoas atropeladas, duas foram transferidas para o Hospital de Base de Rio Preto, pois sofreram ferimentos graves. O estado de saúde das outras vítimas ainda não foi divulgado.
Um jovem de 28 anos foi morto a tiros enquanto celebrava a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Belo Horizonte, Minas Gerais, na noite do último domingo, 30. De acordo com a Polícia Militar, outras quatro pessoas, incluindo uma criança de 12 anos, também foram baleadas pelo criminoso.
Após o resultado da apuração dos votos, que deu a vitória das eleições a Lula, o suspeito, um homem de 36 anos, que não teve a identidade divulgada, saiu armado de casa. Conforme publicado pelo jornal O Globo, o criminoso é apoiador de Jair Bolsonaro (PL) e saiu de casa “em busca de traficantes”, no bairro Nova Cintra, em BH, segundo divulgou a PM mineira.
Após ser detido pelos agentes, ele revelou que atirou “aleatoriamente”. Duas vizinhas, uma mulher de 47 anos e outra de 40, foram atingidas de raspão e levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste de Belo Horizonte.
Em seguida, o criminoso viu a garagem onde a vítima, Pedro Henrique Dias Soares, comemorava o resultado da eleição com a sua família. O suspeito aproveitou o momento em que a mãe de Pedro abriu o portão e disparou contra a família.
Pedro Henrique foi baleado enquanto comemorava vitória de Lula nas eleições. Foto: Reprdução/Redes Sociais
Além de Pedro, a mãe dele, de 47 anos, e uma prima, de 12, também foram atingidas pelos disparos. Todos foram levados ao Hospital de Pronto Socorro João XXIII, mas Pedro não resistiu aos ferimentos.
Com o homem, a PM aprendeu duas armas de fogo e uma faca. Na casa dele, os policiais encontraram outra arma, além de 500 munições. Ele acabou preso em flagrante, indiciado por homicídio e tentativa de homicídio.
A Polícia Civil informou que segue investigando uma suposta motivação política para o crime, mas aponta que não descartou nenhuma hipótese.
Neste sábado (29), vídeos publicados nas redes sociais mostraram a deputada federal Carla Zambelli, representante do PL, apontando uma arma para um homem negro na rua Joaquim Eugênio de Lima com a alameda Lorena, em São Paulo.
A aliada do presidente Jair Bolsonaro entrou em um bar com um revólver em mãos. Nos vídeos, é possível ouvir a deputada repetir a frase “deita no chão” para o rapaz. Segundo a polícia, a confusão começou na esquina da rua Capitão Pinto Ferreira com a alameda Lorena. Outro vídeo mostra um homem disparando um tiro para o alto.
A legislação eleitoral aponta que é proibido o transporte de armas e munições por CACs (colecionadores, atiradores e caçadores) tanto nas 24 horas anteriores à eleição, como no dia e nas 24 horas posteriores à votação.
“Fui agredida agora há pouco. Me empurraram no chão, um homem negro… Usaram um negro para vir em cima de mim, eram vários”, comentou a deputada em publicação nas redes sociais.
“Quando ele me empurrou eu caí, falei que ia chamar a polícia. Ele se evadiu, eu saquei a arma e fui correndo atrás dele, pedindo para ele parar porque eu ia chamar a polícia e dar flagrante. Ele pediu desculpa, falei que ele podia ir e aí ele começou a fazer de novo”, conclui Zambelli.
O corpo do ex-vereador, de 51 anos, foi velado no Ginásio de Esportes de Jandira, na Grande São Paulo, na manhã deste sábado (29). O sepultamento ocorreu às 16h, no Cemitério municipal de Jandira.
O crime
Segundo a Guarda Civil Metropolitana (GCM) da cidade, o crime aconteceu por volta de 17h25 na rua Francisco Tomás da Silva, no Jardim Gabriela.
Moradores que testemunharam o ataque afirmam que um veículo com uma pessoa armada dentro se aproximou do vereador e atirou à queima-roupa. A GCM de Jandira ainda não sabe o motivo do crime.
Zezinho era um vereador atuante em Jandira, autor de diversas denúncias de corrupção na cidade em áreas como a da Saúde e de compras municipais.
Investigadores do Setor de Homicídios da Seccional de Carapicuíba já estão atrás de testemunhas e imagens do crime. Peritos do Instituto de Criminalística (IC), de Barueri, também estão no local.
A polícia não descarta nenhuma hipótese, mas a suspeita inicial é de vingança política, motivada por denúncias recentes feitas por Zezinho de um suposto esquema de corrupção.
Local onde o vereador Zezinho do PT foi assinado em Jandira, na Grande SP, nesta sexta-feira (28). — Foto: Reprodução
Trajetória política
Nascido Reginaldo Camilo dos Santos, Zezinho do PT – como era conhecido – foi vereador na cidade de Jandira por três legislaturas seguidas, entre 2005 e 2016.
Neste ano ele concorreu ao cargo de deputado federal na cidade, mas não foi eleito. Obteve 8.858 votos. Em 2020, Zezinho também foi candidato a prefeito de Jandira, ficando na terceira colocação e obtendo 10,56% dos votos válidos.
O prefeito eleito na cidade foi o Doutor Sato (PSDB), que obteve 45,73% dos votos.
O ex-vereador Zezinho do PT fazendo campanha para Lula e Haddad no último dia 19 de outubro em Jandira, na Grande SP, no alto de um carro de som. — Foto: Reprodução/Facebook
Pedido de investigação
Zezinho era cabo eleitoral de Fernando Haddad e Lula (PT) na cidade e aparece em várias imagens postadas nas redes sociais na última semana fazendo campanha para os dois na região.
O coordenador da campanha eleitoral de Fernando Haddad, o deputado estadual Emídio de Souza, estava a caminho do local do assassinato.
“Ele fazia muitas denúncias e a gente já entrou em contato com o doutor Nico [Osvaldo Nico Gonçalves, delegado-geral da Polícia Civil de SP], para pedir uma investigação”, disse Emídio de Souza à TV Globo.
Repercussão
Nas redes sociais, lideranças da esquerda falaram em violência política e pedem investigação rápida sobre o caso.
Zezinho do PT durante evento de campanha de Lula e Haddad no Vale do Anhangabaú, em SP, em outubro. — Foto: Reprodução/Redes Sociais
“MAIS UM CRIME POLÍTICO! O companheiro Zezinho do PT, liderança de esquerda em Jandira, foi assassinado hoje em frente à sua casa. Nossa solidariedade aos familiares e amigos. E que o Estado investigue com rapidez e encontre os criminosos. Chega de violência política!”, disse o deputado federal eleito Guilherme Boulos, do PSOL.
Guilherme Boulos, do PSOL, em postagem nas redes sociais. — Foto: Reprodução
“Recebo com muita tristeza e preocupação a notícia do assassinato do companheiro Zezinho, ex-vereador de Jandira e candidato a deputado federal na ultima eleição. O PT vai acompanhar o desenrolar desse crime e suas motivações”, afirmou o secretário de Comunicação do PT em SP, Jilmar Tatto.
“A milícia bolsonarista segue disseminando o terror agora em São Paulo também. Há pouco assassinaram a tiros o ex-vereador petista Zezinho, de Jandira (SP), candidato a prefeito em 2020 e a deputado federal nestas eleições”, declarou o deputado federal Alencar Santana (PT).
“Meus sentimentos aos familiares e companheiros próximos. Zezinho era um militante incansável em defesa da democracia e da justiça social e era querido por todos que o conheciam. Que os criminosos sejam punidos com celeridade pela Justiça!”, completou.