A pesquisa realizada pela FSB Comunicação, encomendada pelo banco BTG e divulgada na manhã desta segunda-feira (19) aponta que a distância entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) na disputa para as eleições deste ano voltou a aumentar.
Enquanto o ex-presidente da República viu suas intenções de voto passarem de 41% para 44% desde o levantamento realizado na semana passada, o atual chefe do Executivo se manteve estável, com o apoio de 35% dos eleitores. Logo, a vantagem do petista passou de seis para nove pontos percentuais.
Atrás dos dois, aparecem Ciro Gomes (PDT) com 7%, Simone Tebet (MDB) com 5% e Soraya Thronicke com 1%. Os demais candidatos ao Palácio do Planalto não pontuaram. Votos brancos e nulos chegaram a 4%, e os indecisos formam 3% dos entrevistados.
Para a realização da pesquisa, foram entrevistadas 2 mil pessoas entre os dias 16 e 18 de setembro. O intervalo de confiança é de 95%.
Jair Bolsonaro (PL) e sua esposa Michelle estão em Londres, capital da Inglaterra, para acompanhar o funeral da rainha Elizabeth II, morta aos 96 anos de idade no último dia 8.
O presidente da República e a primeira-dama chegaram à Abadia de Westminster, onde acontece a cerimônia, na manhã desta segunda-feira (19).
Ao ser questionado pela realização de comícios e discursos políticos durante sua passagem pelo Reino Unido, em uma viagem que deveria se tratar de luto pela morte de um líder mundial, o chefe do Executivo brasileiro se irritou e disparou: “Você acha que eu vim aqui fazer política?”
Na ocasião, Bolsonaro havia sido perguntado se a viagem poderia influenciar em sua campanha para reeleição ao Palácio do Planalto. Durante sua estadia em solo britânico, o ex-capitão já afirmou que o Brasil está há “três anos e meio sem corrupção” e que vencerá a eleição presidencial em 1º turno.
A pesquisa BTG/FSB publicada também nesta manhã aponta que Bolsonaro conta com o apoio de 35% dos eleitores, enquanto Lula (PT) detém 44% das intenções de voto.
Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag. Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou em Londres, no Reino Unido, na manhã deste domingo (18) para acompanhar o funeral da rainha Elizabeth II.
Da residência do embaixador do Brasil no Reino Unido, Bolsonaro falou sobre as eleições com apoiadores e disse que “não tem como a gente não ganhar no primeiro turno”.
“Esse é o sentimento da grande maioria do povo brasileiro. Em qualquer lugar que eu vá, para quem conhece aqui… Ontem eu estive no interior de Pernambuco, e a aceitação é simplesmente excepcional. Não tem como a gente não ganhar no primeiro turno”, declarou.
O presidente chegou à residência oficial do embaixador por volta de 10h da manhã de Londres (6h no horário de Brasília). Bolsonaro estava acompanhado da esposa Michelle, do filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), do pastor Silas Malafaia e do assessor Fabio Wajngarten.
Diversos líderes mundiais foram convidados para a cerimônia de Estado do funeral da rainha Elizabeth II, marcada para a segunda-feira (19).
Dados da última pesquisa Datafolha divulgados nesta sexta-feira (16) mostram que 69% dos brasileiros não definiram o voto para Câmara dos Deputados. O levantamento aponta que os mais indecisos são os mais jovens.
77% dos jovens de 16 a 24 anos não definiram o candidato. Entre eleitores com ensino fundamental o número também é elevado, 74%, e na região Sul são 75% dos indecisos.
14% dos entrevistados afirmaram que vão votar em um candidato do mesmo partido ou coligação do candidato em que elas irão votar para presidente da República. Além disso, 9% vão votar em um candidato de partido ou coligação diferente da escolha para presidente.
A pesquisa ouviu 5.926 pessoas nos dias 13 e 15 de setembro em 300 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04099/2022.
O levantamento mostrou ainda que A pesquisa ouviu 5.926 pessoas nos dias 13 e 15 de setembro em 300 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. Ela está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-04099/2022.
O Datafolha mostrou ainda que 70% dos entrevistados não decidiram o candidato a deputado estadual.
Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Marcello Casal Jr/Ag. Brasil
O Exército abriu mão de fiscalizar armas de fogo, munições e coletes fabricados no exterior pelo menos até o fim do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
A inspeção dos militares sobre esses produtos deveria começar em setembro, no entanto, a portaria interna da Força adiou a retomada do procedimento para 1º de janeiro de 2023.
Durante a pandemia, o Exército passou a aceitar certificados internacionais de conformidade dos armamentos importados. Em outras palavras, a Força abriu mão de sua própria fiscalização, que era baseada em testes feitos pelo Departamento de Fiscalização de Produtos Controlados (DFPC) do Exército e por parceiros privados. As informações foram divulgadas pelo Estadão.
Devido à alegada falta de estrutura do Exército para atender a demanda por certificações, a suspensão da fiscalização dos produtos importados foi considerada necessária, e tinha como data final setembro deste ano e os militares voltariam a exigir as análises.
A Igreja Universal do Reino de Deus, liderada pelo bispo Edir Macedo, convocou seus fiéis para um período de jejum de informações e “notícias seculares”. Dessa forma, os devotos só podem consumir notícias religiosas em meio às campanhas eleitorais. O período definido para o “jejum de notícias” foi de 28 de agosto a 18 de setembro.
A instituição não relacionou a medida às eleições, mas a iniciativa ocorre durante o período de propaganda eleitoral. A Igreja publicou a convocação nas redes sociais e os pastores de cada sede fizeram o anúncio nos púlpitos.
A restrição é bastante comum em igrejas evangélicas, mas geralmente envolve um período sem se alimentar. Desta vez, porém, a Universal propôs aos fiéis ficarem sem acessar notícias não religiosas.
Uma pesquisa realizada pela Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (Raps) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostrou que 67,5% dos brasileiros, ou seja 113,4 milhões de pessoas, têm medo de sofrerem agressão física por conta de sua escolha política.
O levantamento ainda apontou que 49,9% têm muito medo, enquanto 17,6% têm pouco medo de serem vítimas de agressão física. A pesquisa ainda verificou que 3,2% dos brasileiros já sofreram ameaças por razões políticas, enquanto 0,8% já sofreram agressões físicas.
“É difícil falar em eleições livres e justas com este nível de violência. As eleições livres estão ameaçadas não pelas razões que Bolsonaro suspeita (as urnas eletrônicas), mas pela violência política”, afirmou o presidente do FBSP, Renato Sérgio de Lima.
O levantamento foi realizado entre os dias três e 13 de agosto e ouviu 2,1 mil em todo o país. Os dados foram coletados pelo Datafolha, juntamente com o Ipec.
As inscrições para o concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começam nesta sexta-feira (16) e vão até as 18h (horário de Brasília) do dia 3 de outubro. Elas podem ser feitas somente na página do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). O valor da taxa de inscrição é R$ 85 e poderá ser pago até o dia 21 de outubro.
Nessa quinta-feira (15), o INSS divulgou o edital do concurso com mil vagas para o cargo de Técnico do Seguro Social. A remuneração bruta inicial é até R$ 5.905,79. O documento foi publicado no Diário Oficial da União. Das mil vagas oferecidas, 708 são para ampla concorrência, 90 para pessoas com deficiência e 202 destinadas a pessoas negras.
De acordo com o órgão, o objetivo é reforçar o quadro de pessoal e melhorar os serviços prestados à população. Para participar do concurso, o candidato deverá ter ensino médio ou curso técnico equivalente, concluído até a data da posse e com diploma expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC).
O concurso será realizado em duas etapas: provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, e curso de formação, de caráter eliminatório e classificatório. A aplicação das provas objetivas está prevista para o dia 27 de novembro.
Além de conhecimentos específicos da legislação da seguridade social, a prova contará com as disciplinas de Língua Portuguesa, Ética no Serviço Público, noções de Direito Constitucional, noções de Direito Administrativo, noções de Informática e Raciocínio Lógico-Matemático. O curso de formação será realizado nas cidades de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).
Entre as atividades que serão executadas pelos novos servidores, estão o atendimento ao público; orientação, informação e conscientização previdenciária; e ações relacionadas ao reconhecimento de direitos previdenciários.
Por Agência Brasil – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu ontem (14) inscrições para um novo processo seletivo para o Censo 2022. Estão sendo oferecidas 7.795 vagas para recenseador e 435 para agentes censitários municipais ou supervisores. O prazo vai até sexta-feira (16).
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A previsão é que o contrato de trabalho para recenseador dure três meses e a remuneração é variável, dependendo da produtividade do trabalhador. Já o contrato para os agentes censitários deverá durar cinco meses, com vencimentos de R$ 1.700 para supervisor e R$ 2.100 para municipal.
A inscrição é gratuita. Outras informações serão divulgados no site do IBGE.
Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Foto: Arquivo/Ag. IBGE Notícias/Direitos Reservados
Multicampeão no futebol e único técnico brasileiro da história do Real Madrid (ESP), tido como o maior clube do mundo, Vanderlei Luxemburgo declarou seu apoio à chapa Lula-Alckmin nas eleições presidenciais deste ano.
Por meio de um vídeo nas redes sociais, o ‘Luxa’ afirmou que a disputa pode acabar durante o “primeiro tempo, não precisa de segundo tempo”. O ex-treinador da seleção brasileira ainda completou que “não temos que dar chance ao adversário. Nenhuma.”
“O Brasil, hoje, das pessoas que querem o melhor, é contra o sociopata – eu pensei que era um psicopata, mas depois, analisando direitinho, vi que é um sociopata. Então o Brasil hoje tem tudo nas mãos para tirar esse sociopata do poder, temos um Brasil melhor pela frente, um Brasil melhor com Lula”, completou Luxemburgo.