Barueri realiza Dia D contra a dengue na região central da cidade neste sábado (22)

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A Prefeitura de Barueri realiza no próximo sábado (22) o Dia D contra a dengue, uma grande mobilização para conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do combate ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

A ação terá início às 10h, com concentração no Boulevard Central, de onde equipes percorrerão as imediações do Centro de Barueri distribuindo materiais educativos e orientações sobre a eliminação de criadouros do mosquito. A participação ativa da população é essencial para reduzir os casos da doença.

Ao longo deste ano, mutirões já foram realizados em diversas regiões da cidade, como Parque dos Camargos, Vila Tupanci, Parque Imperial, Jardim São Pedro, Jardim Belval e Vila Pouso Alegre, reforçando o alerta e a proteção dos moradores.

Casos de dengue preocupam no Brasil

A ação ocorre em um momento crítico, já que os casos de dengue seguem altos em todo o país. Segundo o Ministério da Saúde, de janeiro a março de 2025, o Brasil registrou mais de 500 mil casos prováveis da doença e confirmou 235 mortes.

População deve colaborar

Os moradores são incentivados a participar do mutirão e a manter a vigilância em suas residências, eliminando possíveis criadouros do mosquito. Medidas simples, como evitar o acúmulo de água parada, limpar calhas e manter caixas d’água bem tampadas, fazem a diferença no combate à dengue.

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Foto: Arquivo/PMB

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Prefeitura de Barueri realiza mutirão contra a dengue na Vila Pouso Alegre neste sábado (15)

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Dando continuidade às ações contra a dengue previstas para o ano de 2025, a Prefeitura de Barueri, por meio do Departamento Técnico de Controle de Zoonoses (DTCZ), da Secretaria de Saúde, realiza neste sábado, 15 de março, das 9h às 15h30, um mutirão na Vila Pouso Alegre.

A equipe de agentes do DTCZ percorrerá as ruas Gertrudes Silva Ramos, Antônio Pereira Tendeiro, Claro de Camargo Sobrinho, Vitória, Ana de Camargo Branco, Indianápolis e Libéria. É imprescindível que os baruerienses recebam bem esses profissionais, que só podem entrar nas casas com a autorização dos moradores – o que torna ainda mais importante a colaboração da população no combate à dengue. 

Os agentes são responsáveis por vistoriar residências e identificar possíveis criadouros do Aedes aegypt, mosquito transmissor da dengue e de outras doenças tão perigosas quanto ela, tais como a febre amarela, a zika e a chikungunya. As visitas também são feitas em comércios, indústrias, prédios e galpões. Além da inspeção, os profissionais conscientizam a população sobre a importância de eliminar focos do vetor, identificam pontos críticos, orientam os moradores sobre os cuidados necessários para evitar a proliferação do mosquito e questionam se há pessoas na residência com sintomas da doença. 

Dengue mata 

A dengue pode ser fatal em alguns casos. Embora a maioria das pessoas se recupere sem complicações, pode se tornar grave e levar à morte. Esses casos graves são mais comuns em pessoas que já foram infectadas com o vírus em uma infecção anterior, pois a resposta imunológica pode ser mais intensa. 

Entre os sintomas mais frequentes da dengue estão febre alta; dor de cabeça intensa, atrás dos olhos, abdominal, muscular e nas articulações; manchas vermelhas na pele; náuseas e vômitos, cansaço extremo e sangramentos leves no nariz ou na gengiva. Já na versão grave da doença, a pessoa pode ter dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos ou dificuldade para respirar, queda na pressão arterial etc. Por isso, é muito importante procurar atendimento médico imediato. Em Barueri, a população pode procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS), prontos-socorros e hospitais, como o Hospital Municipal de Barueri e o Hospital Regional Rota dos Bandeirantes. 

A prevenção é fundamental, bastando eliminar criadouros do mosquito e usar repelente. De acordo com os agentes do DTCZ, entre os principais criadouros do mosquito encontrados nas residências em Barueri estão recipientes de fácil remoção, como latinhas, tampas de garrafas, baldes, copos descartáveis, pratos de plantas, vasos sanitários descartados, pneus, brinquedos, piscinas desmontáveis, caixas d’água descobertas, lonas e outros materiais acumulados. 

Leia também: Barueri celebra 76 anos com festa e show de Péricles


Fonte: PMB – Foto: Ana Guice/PMB

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Dengue: Governo de SP reforça a cobertura vacinal contra a doença em todo o estado

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O Governo de São Paulo reforça a importância da vacinação contra a dengue e alerta pais e responsáveis sobre a necessidade de imunizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A campanha de imunização segue em andamento em 392 municípios paulistas, conforme os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde (MS).

Desde o início da vacinação, em fevereiro de 2024, até o dia 19 de fevereiro de 2025, foram administradas no estado um total de 670.936 primeiras doses e 268.665 segundas doses, correspondendo a cobertura de 27,91% e 11,18%, respectivamente.

Até quarta-feira (26), foram confirmados 158 mil casos de dengue e 140 óbitos, entre eles o falecimento de duas crianças na faixa etária (10 – 14) da vacinação em Nova Aliança e São Paulo. Ambos os municípios seguem com a campanha de imunização em andamento.

Recentemente, o Ministério da Saúde divulgou uma nota técnica indicando que os estados poderiam, conforme a validade dos imunizantes, ampliar a faixa etária para a vacinação contra a dengue. Como resultado, 16 cidades do estado expandiram a faixa etária, agora incluindo o público de 4 a 59 anos. As cidades contempladas são: Santa Branca, Quintana, Macatuba, Agudos, Bariri, Mineiros do Tietê, Lençóis Paulista, Jaú e Capela do Alto.

Além disso, os municípios de Reginópolis, Pederneiras, Balbinos, Presidente Alves, Restinga e Lupércio expandiram a vacinação para a faixa etária de 6 a 16 anos.

Como funciona a vacinação contra a dengue na rede pública?

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. Para receber a vacina, pais ou responsáveis, devem levar a criança ou o adolescente até a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, portando documento de identidade, caderneta de vacinação e comprovante de residência ou escolar.

Se a criança/adolescente for diagnosticada com dengue, deve aguardar seis meses para iniciar a vacinação. Caso a infecção ocorra após a aplicação da primeira dose, a segunda deve ser mantida conforme o calendário, desde que haja um intervalo mínimo de 30 dias entre a doença e a segunda aplicação.

SP apresenta vacina em dose única

O Instituto Butantan submeteu à Anvisa, em dezembro de 2024, o último pacote de documentos para aprovação de sua vacina contra a dengue. O imunizante é tetravalente, desenvolvido para proteger contra os quatro sorotipos do vírus, e, se aprovado, será o primeiro do mundo em dose única.

A produção já foi iniciada e, em caso de aprovação, a expectativa é entregar 1 milhão de doses ainda em 2025, com um total de 100 milhões previstas até 2027.

A candidata à vacina protege contra os quatro sorotipos de dengue no mundo e teve seus dados de segurança e eficácia divulgados no New England Journal of Medicine, que mostraram 79,6% de eficácia geral para prevenir casos de dengue sintomática aos dois anos de acompanhamento. Resultados da fase 3 do ensaio clínico publicados na The Lancet Infectious Diseases mostraram, ainda, uma proteção de 89% contra dengue grave e dengue com sinais de alarme, além de eficácia e segurança prolongadas por até cinco anos.

Principais sintomas da dengue

  • Febre alta
  • Dor atrás dos olhos
  • Dores no corpo, músculos e articulações
  • Manchas avermelhadas na pele e coceira
  • Náuseas

Leia também: Barueri intensifica combate à dengue e mantém baixo número de casos


Fonte/foto: Governo de SP

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Santana de Parnaíba implementa armadilhas inteligentes e realiza ações no combate à dengue

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Para combater e monitorar a presença de mosquitos transmissores de doenças como a dengue e a febre amarela, a Prefeitura de Santana de Parnaíba, em parceria com a empresa Zöld, iniciou a instalação de armadilhas inteligentes em pontos estratégicos da cidade, especialmente nas proximidades de córregos e rios. 

As armadilhas utilizam como atrativo a levedura Saccharomyces, um componente totalmente seguro, sem riscos para seres humanos, animais ou o meio ambiente. Essa substância atrai os mosquitos, que ficam presos em uma placa adesiva. Após sete dias, a armadilha é substituída, e a antiga é recolhida para análise em laboratório, a fim de identificar as espécies presentes na região. Com base nesses dados, a pulverização com um produto 100% vegetal e não tóxico é realizada no local. 

A empresa responsável orienta a população a não mexer nas armadilhas encontradas, para garantir a eficácia da solução. Assim, os moradores contribuem para a criação de um ambiente mais limpo e livre de focos do mosquito. 

Além dessa iniciativa, a Prefeitura de Santana de Parnaíba tem implementado outras ações no combate ao mosquito Aedes aegypti. No dia 19 (quarta-feira), foi realizado um mutirão da dengue no Parque Santana, com a dedetização de pontos estratégicos que acumulam grandes volumes de recicláveis. Para esse processo, foi utilizado o fludora, um inseticida residencial não tóxico, que mata tanto a larva quanto o mosquito já adulto.

Leia também: Santana de Parnaíba lança edital de contratação para Organização Social de Saúde que administrará o Novo Hospital


Fonte: PMSP – Foto: Dario Souza/PMSP

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Ações contra a dengue são intensificadas em Barueri

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O aumento do número de casos de dengue, que ocorrem em todo o país principalmente durante o verão, mais precisamente de dezembro a março, sempre preocupam as autoridades de saúde. 

Em Barueri, a Divisão Técnica de Controle de Vetores/ DTCV – Combate à Dengue, que é o setor especializado no assunto, pertencente a Secretaria de Saúde, intensifica as ações neste período do ano, realizando visitas domiciliares em dias de semana para orientar os moradores no combate ao mosquito.

Os Agentes de Combate às Endemias, responsáveis pelas visitas, além de informar a população sobre a doença, também vistoriam as residências para identificar possíveis focos do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e vetor de outras enfermidades como, febre amarela, zika e chikungunya. Para reforçar ainda mais o trabalho dos agentes, são realizados mutirões aos sábados, principalmente em locais onde há casos. Só no mês de janeiro foram realizados mutirões nos dias 11, 18 e 25, em diferentes ruas do Parque Imperial, Engenho Novo e Jardin Tupan.

Municipalidade discute o combate ao mosquito

Em reunião do prefeito José Roberto Piteri com os secretários das pastas municipais, realizada recentemente em janeiro, o combate à dengue foi o tema principal.  A notificação de óbitos pela doença em outras cidades próximas foi o alerta para que Barueri, que já vinha trabalhando no combate ao vetor, adotasse posturas e buscasse ações efetivas.

Muitas foram as soluções apontadas, a exemplo da sugestão vinda da Secretaria de Educação de Barueri, que chamou a atenção dos presentes: multiplicar as informações sobre a dengue entre os baruerienses. A intenção é trabalhar os dados sobre a doença e o combate ao mosquito com alunos das escolas municipais, visando incentivá-los a replicar os conhecimentos obtidos em sala de aula em sua casa e na comunidade onde residem. O bônus para esses alunos seria obter pontos em matérias específicas ou na nota final do ano letivo.

Vacinação

Importante lembrar que a vacinação contra a dengue está liberada para o público-alvo, de 10 até 14 anos, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). Para se vacinar, é preciso procurar a sala de vacina de cada unidade e estar em posse da caderneta de vacinação para o controle efetivo da aplicação dos imunizantes.

Leia também: Câmara de Barueri retoma sessões com nova liderança no dia 4 de fevereiro


Fonte: PMB – Foto: Ana Guice/PMB

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Defesa Civil intensifica combate à dengue e mobiliza ação na Grande São Paulo

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Nesta quarta-feira (29), a partir das 7h30, a cidade de Osasco será palco da ação “Defesa Civil nas Cidades no Combate à Dengue”, que visa reforçar as estratégias de enfrentamento ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. A ação integra o Centro de Operações de Emergências (COE) e faz parte dos esforços do Governo estadual em combater a doença.

O ponto de encontro será na Praça Antônio Menck s/n – Centro – Osasco, em frente à estação da Linha 9-Esmeralda, da Via Mobilidade, com ação de panfletagem no interior da estação. A partir do local, as equipes especializadas darão início às atividades de conscientização com os moradores, vistorias nas residências, limpeza urbana nos espaços públicos, inspeção e eliminação de criadouros do mosquito nos arredores da região.

A ação contará com o apoio de agentes do Controle de Zoonoses, agentes da Via Mobilidade, das Defesas Civis do Estado e do Município de Osasco com apoio dos municípios da região.

O objetivo é reduzir os focos do Aedes Aegypti, exterminar mosquitos adultos e conscientizar a população sobre a importância da prevenção. Para isso, serão realizadas visitas aos imóveis com inspeções em quintais, calhas, vasos e caixas d’água, onde criadouros serão eliminados imediatamente e os imóveis em condições críticas registrados para futuras fiscalizações. Além disso, a limpeza de espaços públicos como praças, terrenos baldios e áreas de convivência será realizada para remover entulhos e objetos que possam acumular água.

A nebulização, mais conhecida como fumacê, também será aplicada nas áreas com maior risco de proliferação, e os moradores serão previamente avisados para que mantenham portas e janelas abertas durante o procedimento. Paralelamente, agentes estarão em pontos estratégicos, como semáforos e entradas de comércios, distribuindo panfletos educativos e orientando a população sobre medidas de prevenção, como evitar o acúmulo de água parada.

O combate ao Aedes aegypti é fundamental, especialmente em períodos de chuva, quando os índices de proliferação do mosquito aumentam. A Defesa Civil destaca que mais de 80% dos criadouros estão localizados dentro das residências, reforçando a importância da colaboração dos moradores. “A participação de cada cidadão é essencial para reduzir os casos de dengue e garantir a saúde da comunidade”, ressalta Tenente Coronel Claudia Bemi, Diretora da Defesa Civil estadual.

Serviço

  • Defesa Civil intensifica Combate à Dengue na Grande SP
  • Local: Praça Antônio Menck s/n – Centro – Osasco, em frente à estação da Linha 9-Esmeralda, da Via Mobilidade.
  • Horário: 7h30

Leia também: SP contra a dengue: Governo anuncia Centro de Operações de Emergências e repasse de R$ 228 mi a municípios


Fonte: Governo de SP – Foto: Divulgação/Governo de SP

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Operação de Limpeza Contra a Dengue reforça o combate à doença em Santana de Parnaíba

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A Prefeitura de Santana de Parnaíba intensifica seus esforços no combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya, por meio da Operação Limpeza Contra a Dengue. A ação inclui a desobstrução de córregos, varrição de ruas e remoção de lixo e entulho de terrenos abandonados, com o objetivo de eliminar criadouros do mosquito e promover a saúde pública.

Além das atividades de limpeza, estão sendo realizados mutirões educativos para conscientizar a população sobre a importância do descarte correto de resíduos e da prevenção do acúmulo de água parada em casas e quintais.

A prefeitura reforça o pedido para que os moradores colaborem, permitindo o acesso das equipes às residências, denunciando terrenos abandonados e evitando o descarte irregular de lixo. Com trabalho conjunto, será possível reduzir os índices de proliferação e proteger a cidade contra a dengue.

Leia também: SP contra a dengue: Governo anuncia Centro de Operações de Emergências e repasse de R$ 228 mi a municípios


Fonte: PMSP – Foto: Dario Souza/PMSP

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SP contra a dengue: Governo anuncia Centro de Operações de Emergências e repasse de R$ 228 mi a municípios

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou nesta quinta-feira (23), no Palácio dos Bandeirantes, a criação do Centro de Operações de Emergências (COE) de combate ao Aedes aegypti, responsável pela transmissão da dengue, chikungunya e Zika. O governador também anunciou o repasse de R$ 228 milhões para apoiar os municípios paulistas no enfrentamento das arboviroses, sendo metade equivalente à cota fixa do incentivo de gestão municipal e a outra metade proveniente dos recursos de enfrentamento à dengue.

“O primeiro desafio do ano de 2025 é o enfrentamento à dengue. Só teremos sucesso se fizermos juntos o que tem que ser feito. Temos em desenvolvimento a vacina do Butantan, que está indo muito bem, mas só teremos escala em 2026”, afirmou o governador. “Nós temos o desafio de agora, com questões como o clima que favorece a proliferação dos vetores. O segundo problema é que muitas pessoas tiveram dengue no ano passado e a repetição favorece o desenvolvimento de uma dengue grave. Por fim, temos um sorotipo diferente que está circulando. Com o que nós temos de ferramenta agora, temos que combater o vetor e nos estruturar. Cada um precisa fazer a sua parte: o cidadão, as prefeituras, já que a zeladoria terá muito efeito e o estado de São Paulo, que dará todo o suporte”, afirmou o governador.

Até esta quarta-feira, 22 de janeiro, São Paulo registrou 31 municípios em estado de emergência, 29.604 casos de dengue e seis óbitos confirmados. Para coordenar estratégias e ações de combate ao Aedes aegypti, bem como apoiar as regiões no planejamento estratégico, o COE é formado pela Secretaria de Estado da Saúde, Casa Civil, Casa Militar/Defesa Civil, Secretaria de Comunicação, Secretaria da Segurança Pública, Secretaria da Educação, Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Secretaria de Desenvolvimento Social, além Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo e Exército como convidados.

O anúncio contou com a presença dos secretários estaduais Eleuses Paiva (Saúde) e Coronel PM Henguel Ricardo Pereira (Casa Militar e Defesa Civil); do diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás; do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, deputado André do Prado, além parlamentares estaduais, municipais, prefeitos, diretores e secretários municipais da Saúde.

“O enfrentamento da dengue é uma ação conjunta entre o Estado e municípios. Desde o ano passado, adotamos uma série de medidas de combate à doença. Além da antecipação do valor recorde do IGM SUS Paulista, vamos adquirir outros 100 novos equipamentos de nebulização portátil, alcançando um total de 730 unidades, e mais dez máquinas pesadas, elevando para 55 equipamentos acoplados às viaturas”, destacou o secretário Eleuses Paiva.

O IGM SUS Paulista (Incentivo à Gestão Municipal) é um recurso do Tesouro Estadual para dar suporte aos 645 municípios paulistas, no enfrentamento às arboviroses urbanas, sobretudo à dengue.

Ações permanentes

O sorotipo 3 da dengue estava com baixa predominância desde 2016, e foi reintroduzido no Estado de São Paulo em 2023, sendo identificado pelo monitoramento das unidades sentinelas para arboviroses. As autoridades reforçam a importância dos cuidados no combate ao mosquito transmissor, destacando que, devido a não circulação prolongada desse sorotipo por um período, grande parte da população encontra-se vulnerável à infecção.

Desde o ano passado, o Governo de São Paulo investiu mais de R$ 225 milhões no combate à dengue. Os valores são referentes à antecipação de R$ 205 milhões do IGM SUS Paulista, aquisição de 6 mil litros de adulticida (inseticida usado no combate a formas adultas do mosquito Aedes aegypti), que teve investimento total de R$ 4,3 milhões. A Secretaria de Estado da Saúde também investiu R$ 9,7 milhões em medicamentos e insumos para o combate à doença. Além disso, foram transferidos R$ 5,1 milhões para os municípios adquirirem repelentes específicos para a população gestante.

Também foram adquiridos 133 equipamentos de nebulização portátil e mais seis de nebulização ambiental, que são acoplados nas viaturas. Toda a rede de leitos hospitalares foi monitorada para atender aos casos graves e de alta complexidade da doença.

Leia também: Brasil tem 4 mortes confirmadas por dengue em 2025 e investiga mais 62


Fonte: Governo de SP – Foto: Pablo Jacob/Governo de SP

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Governo de SP convoca municípios para ‘Dia D’ de combate à dengue

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O Estado de São Paulo realiza nesta quarta-feira (13) o “Dia D de Mobilização Estadual” contra a dengue. A estratégia reforça as ações de prevenção e eliminação dos focos do mosquito Aedes aegypti, com ações para conscientizar a população sobre a doença. Na capital paulista, na Escola Estadual Frontin Guimarães, em Santana, haverá uma dinâmica especial com debates em sala de aula sobre medidas preventivas e importância da eliminação dos criadouros.

Profissionais das Secretarias de Estado da Saúde (SES) e Educação (Seduc) conduzirão as ações para ressaltar a importância da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, apresentando o ciclo do mosquito (desde ovos, larvas, pulpa e o inseto na fase adulta), além de organização de jogos lúdicos e campanhas de limpeza regulares dentro da escola, com foco na remoção de recipientes que acumulam água, como pneus velhos, garrafas plásticas, latas e vasos de plantas.

O entorno da escola também passará por vistoria. A Defesa Civil e a Prefeitura de São Paulo farão varreduras na região para investigar possíveis focos de criadouros do mosquito, além de orientar todos os moradores sobre as formas de prevenção.

A iniciativa é realizada pelas secretarias estaduais da Saúde e Educação, Instituto Butantan,
Defesa Civil, Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo e Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems).

“O trabalho em conjunto é essencial para redução do número de casos da doença e na eliminação do mosquito. As mudanças climáticas no estado contribuem para que as transmissões das arboviroses prosperem mais rapidamente e exigem mais atenção da população”, ressalta Regiane de Paula, coordenadora de Controle de Doenças da SES.

As ações do Dia D se estendem por todo o estado, com orientações à população e fortalecimento das ações de combate aos vetores nas residências.

Tire suas dúvidas

O Governo de SP, por meio da Secretaria de Estado da Saúde, lançou o portal “Dengue 100 Dúvidas” com as cem perguntas mais frequentes sobre dengue, zika e chikungunya nos buscadores da internet. A ferramenta desmistifica as fake news que circulam nas redes sociais e orienta a população sobre as doenças. O acesso está disponível no link: www.dengue100duvidas.sp.gov.br

Leia também: Com estoque crítico, Pró-Sangue de SP convoca população para doação; veja como agendar em Barueri e outros locais


Fonte: Governo de SP – Foto: Freepik

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Estratégia de combate ao Aedes com larvicida vira política nacional

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O Ministério da Saúde divulgou nota estabelecendo a ampliação da estratégia criada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor de arborviroses como dengue, zika e chikungunya. A expectativa é de que a transformação da medida em  política pública de abrangência nacional contribua para reduzir as populações do inseto, sobretudo em cidades maiores.

A estratégia envolve as chamadas estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Trata-se de potes com dois litros de água parada que são distribuídos em locais onde há proliferação dos mosquitos. Em busca de um local para depositar seus ovos, as fêmeas se sentem atraídas. No entanto, antes de alcançarem a água, elas são surpreendidas por um tecido sintético que recobre os potes e que está impregnado do larvicida piriproxifeno. A substância acaba aderindo ao corpo das fêmeas que pousam na armadilha. Dessa forma, elas mesmas levarão o larvicida para os próximos criadouros que encontrarem, afetando o desenvolvimento dos ovos e as larvas ali depositados.

De acordo com a nota informativa 25/2024, editada há duas semanas pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, o fluxo para a adoção das EDLs envolve cinco etapas: manifestação de interesse do município, assinatura de acordo de cooperação técnica com a pasta e com a Fiocruz, validação da estratégia com a secretaria de saúde do respectivo estado, realização de capacitações com os agentes locais e monitoramento da implementação.

A estratégia deverá ser expandida gradativamente pelo país levando em conta a capacidade dos envolvidos nas três esferas: nacional, estadual e municipal. Inicialmente, esse trabalho contempla 15 cidades. Elas foram escolhidas com base em alguns critérios: população superior à 100 mil habitantes; alta notificação de casos de dengue, chikungunya e zika nos dois últimos anos; alta infestação por Aedes aegypti; e disponibilidade de equipe técnica operacional de campo.

As EDLs são uma inovação desenvolvida por pesquisadores da Fiocruz que atuam no Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA). Estudos para avaliar a estratégia começaram a ser financiados pelo Ministério da Saúde em 2016, quando a pasta passou a buscar novas possibilidades para o controle das populações de Aedes aegypti em meio à ecolosão de uma epidemia de zika. Testes realizados até 2022 em 14 cidades brasileiras, de diferentes regiões do país, registraram bons resultados.

De acordo com os pesquisadores, as fêmeas visitam muitos criadouros, colocando poucos ovos em cada um. Os estudos mostraram que aquelas que pousam na armadilha, acabam disseminando o larvicida em um raio que pode variar entre 3 e 400 metros.

Os pesquisadores consideram que a estratégia permite superar algumas barreiras enfrentadas por outros métodos de combate às populações de mosquitos. Como é o próprio inseto que propaga o larvicida, é possível alcançar criadouros situados em locais inacessíveis e indetectáveis, como dentro de imóveis fechados e em áreas de difícil acesso nas comunidades com urbanização precária. A estratégia também se mostrou propícia para galpões de catadores de materiais recicláveis, onde há muitos recipientes com condições de acumular água parada que nem sempre são facilmente encontrados.

Novas tecnologias

As EDLs já haviam sido citadas no ano passado em outra nota informativa do Ministério da Saúde que recomendou a adoção de cinco novas tecnologias no enfrentamento às arboviroses em municípios acima de 100 mil habitantes. Foram mencionadas também mais quatro tecnologias. Para monitoramento da população de mosquitos, recomenda-se o uso das ovitrampas. Trata-se de armadilhas voltada para a captura dos insetos, permitindo avaliar de tempos em tempos se houve aumento ou redução nas populações presentes em cada área.

A borrifação residual intradomiciliar, que envolve aplicação de inseticida, é indicada quando há grande infestação em imóveis especiais e de grande circulação de pessoas, como escolas, centros comunitários, centros de saúde, igrejas e rodoviárias. Já a técnica do inseto estéril por irradiação (TIE) pressupõe a liberação de grande número de mosquitos machos estéreis que, ao copularem com as fêmeas, produzirão ovos infecundos.

Por fim, também é recomendado o uso do Método Wolbachia, cuja implantação no Brasil vem sendo estudada desde 2015 também sob coordenação da Fiocruz. Originado na Austrália e presente em diversos países, ele envolve a introdução nos insetos de uma bactéria capaz de bloquear a transmissão dos vírus aos seres humanos durante a picada.

De acordo com a nota informativa publicada no ano passado, a implantação dessas tecnologias exigem um plano de ação municipal e uma definição das áreas prioritárias, a partir da prévia identificação das características epidemiológicas e socioambientais de cada território. “Cabe destacar que as metodologias podem ser combinadas entre si, considerando os cenários complexos de transmissão das arboviroses e seus determinantes, objetivando maior efetividade e melhores resultados”, acrescenta o texto.

A implementação das novas tecnologias não pressupõe o abandono das intervenções tradicionais, que dependem não apenas da mobilização de agentes públicos como também demandam a cooperação da população. Conforme a nota, as ações de educação visando à eliminação do acúmulo de água parada no interior dos imóveis, bem como as visitas dos órgãos sanitários para identificar focos, continuam sendo consideradas essenciais.

Leia também: Extratos bancários têm termos padronizados


Fonte: Ag. Brasil – Foto: Paulo Whitaker/Reuters

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