Bolsonaro chama Lula de “jumento” e diz que Haddad “nunca trabalhou na vida”

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Jair Messias Bolsonaro (PL) voltou a atacar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na última terça-feira (25). Na ocasião, o ex-presidente da República, que está inelegível, participava de um evento do Partido Liberal (PL) na Câmara Municipal de São Paulo.

“A quem interessa – levem-se em conta alguns países europeus, países mais ao Norte – um entreguista na Presidência da República? Um analfabeto? Um jumento”, questionou o ex-militar derrotado pelo próprio petista nas eleições de 2022.

Bolsonaro também disse que o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), “nunca trabalhou na vida”. Após as falas, o líder da extrema direita brasileira foi aplaudido e pôde-se ouvir gritos de “mito“.

Leia também: PT protocola Projeto Tarifa Zero na Câmara e na Prefeitura de Barueri


Fonte: TV Cultura

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Lula é citado por 63% como preferido para representar a esquerda em 2026

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é citado como melhor nome por 63% dos entrevistados como melhor nome para a representar a esquerda na disputa para o Planalto em 2026.

A pesquisa Atlas/Intel ouviu 3.222 pessoas entre os dias 2 e 4 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Cenário na esquerda

Lula lidera na esquerda com 63%. Ele é seguido pelo atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), com 14,4%. A opção “outro nome” – que não define um candidato específico – aparece com 9,3%. Ciro Gomes (PDT), que participou da corrida eleitoral no ano passado, tem 3,7%. Veja o cenário completo abaixo:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 63%
  • Fernando Haddad (PT): 14,4%
  • Outro nome: 9,3%
  • Ciro Gomes (PDT): 3,7%
  • Camilo Santana (PT): 2,8%
  • Rui Costa (PT): 1,7%
  • Marina Silva (Rede): 1,1%
  • Jaques Wagner (PT): 0,4%
  • Silvio Almeida: 0,2%
  • Não sabe: 3,4%

Cenário no centro:

No centro, a opção “outro nome” tem 38,6%, acima de qualquer citado. A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), foi citada por 32,3% dos entrevistados. Já o vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), tem 8,4%. Veja o cenário completo abaixo:

  • Outro nome: 38,6%
  • Simone Tebet (MDB): 32,3%
  • Geraldo Alckmin (PSB): 8,4%
  • Márcio França (PSB): 4,2%
  • Eduardo Leite (PSDB): 2,8%
  • Raquel Lyra (PSDB): 0,3%
  • Não sabe: 13,6%

Imagem positiva ou negativa

Quando questionados sobre a imagem dos prováveis candidatos, 54% citam que veem Tarcísio positivamente, 20% não sabem, e 26% têm opinião negativa. Lula, por sua vez, tem 51% de citações positivas, enquanto 3% não sabem, e 46% o veem negativamente. Veja o cenário completo abaixo:

  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 54% positiva; 20% não sabem; e 26% negativa
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 51% positiva; 3% não sabem; e 46% negativa
  • Simone Tebet (MDB): 45% positiva; 6% não sabem; e 48% negativa
  • Fernando Haddad (PT): 43% positiva; 6% não sabem; e 51% negativa
  • Jair Bolsonaro (PL): 43% positiva; 6% não sabem; e 51% negativa
  • Michelle Bolsonaro (PL): 43% positiva; 9% não sabem; e 49% negativa
  • Janja: 39% positiva; 16% não sabem; e 45% negativa
  • Geraldo Alckmin (PSB): 38% positiva; 18% não sabem; e 44% negativa
  • Flávio Dino (PSB): 37% positiva; 16% não sabem; e 47% negativa
  • Sergio Moro (União Brasil): 37% positiva; 12% não sabem; e 52% negativa
  • Romeu Zema (Novo): 35% positiva; 27% não sabem; e 38% negativa
  • Marina Silva (Rede): 34% positiva; 17% não sabem; e 49% negativa
  • Eduardo Leite (PSDB): 25% positiva; 36% não sabem; e 39% negativa
  • Rodrigo Pacheco (PSD): 25% positiva; 29% não sabem; e 46% negativa
  • Ciro Gomes (PDT): 23% positiva; 23% não sabem; e 54% negativa
  • Rui Costa (PT): 16% positiva; 45% não sabem; e 40% negativa
  • Arthur Lira (PP): 15% positiva; 22% não sabem; e 63% negativa

Leia também: Estado de São Paulo tem 13,8 mil postos de trabalho abertos


Fonte: CNN Brasil – Foto: Arquivo/Carla Carniel/Reuters

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Quaest: 56% aprovam trabalho de Lula e 40% reprovam

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Em pouco menos de seis meses de mandato, a aprovação do governo Lula (PT) está em 37%, e a reprovação, em 27%, em ritmo de estabilidade. Outros 32% consideram a administração do petista regular, e 4% não souberam ou não quiseram responder.

É o que relata a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (21). O levantamento entrevistou presencialmente 2.029 pessoas com 16 anos ou mais de 15 a 18 de junho, em 120 municípios. A margem de erro estimada é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Em relação aos resultados anteriores, publicados em abril, a aprovação oscilou um ponto para cima, e a reprovação, dois pontos para baixo. O número dos que consideram o governo regular também variou positivamente, em três pontos. Todos se mantiveram dentro das margens de erro.

Os números da Quaest são parecidos com os auferidos pelo Datafolha em 12 e 14 de junho, quando o petista marcou 37% de aprovação e 27% de reprovação —33% consideraram o governo atual regular e 3% não opinaram.

Segundo dados do Datafolha, a aprovação de Lula nos primeiros seis meses é menor em relação ao mesmo período de seus primeiros dois mandatos, quando marcou 42% e 48%, respectivamente, além da de Dilma Rousseff (PT) em seu primeiro governo, com 49%, e a de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) em 1995, com 40% de avaliação positiva.

Em uma pergunta específica da Quaest sobre a opinião em relação ao trabalho feito por Lula, 56% dos respondentes afirmaram aprovar o que o mandatário está fazendo —no levantamento anterior, o número era de 51%.

Já os que disseram reprovar o trabalho do petista estão em 40%, uma oscilação negativa de dois pontos percentuais em relação aos resultados de abril. Os que não souberam ou não quiseram responder essa questão somam 4%.

Segundo a Quaest, houve uma recuperação entre os que achavam positivos os esforços do atual presidente nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Norte. Nesta última, por exemplo, a aprovação do trabalho de Lula foi de 46% para 56%, enquanto a reprovação passou de 47% para 42%.

No Sul, em abril, a reprovação ao trabalho de Lula estava em 51%, ante 43% dos que concordavam com a atuação do Planalto. Agora, são 49% e 48%, respectivamente. No Nordeste, o cenário é de estabilidade, com 71% aprovando o trabalho de Lula —mesmo patamar da pesquisa anterior.

O levantamento é financiado pela corretora de investimentos digital Genial Investimentos, controlada pelo banco Genial.

Leia também: Governo de SP abre concurso para contratação de 2.700 soldados da Polícia Militar


Fonte: Folha de S. Paulo – Foto: Reprodução/Ricardo Stuckert/Redes Sociais/Lula

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Pesquisa Ipec: 37% dos brasileiros classificam Governo Lula como “ótimo” ou “bom”

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Uma pesquisa do “Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica” (Ipec), antigo Ibope, aponta que 37% dos brasileiros classificam o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) frente à Presidência da República como “ótimo” ou “bom”.

Já os que avaliam o Governo Lula 3 como “ruim” ou “péssimo” somam 28% dos entrevistados, ainda de acordo com o levantamento. Aproximadamente 3% não souberam responder.

Publicado na manhã desta sexta-feira (9), o estudo tem uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Com relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 11 de abril, a avaliação positiva do atual mandatário oscilou dois pontos percentuais para baixo. Já a reprovação oscilou dois pontos para cima. Ambas as mudanças, no entanto, se encontram dentro da margem de erro.

Lula foi eleito presidente em outubro do ano passado, após vencer Jair Messias Bolsonaro (PL) nas urnas. Na ocasião, o ex-chefe do Executivo se tornou o primeiro a não conseguir a reeleição desde que ela foi implementada no Brasil, em 1997.

Leia também: Novo trem das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda entra em operação nesta quinta


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Ricardo Stuckert/Instagram

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Presidente Lula deve ir a Paris e ao Vaticano nas próximas semanas

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presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua equipe avaliam duas novas viagens internacionais nas próximas semanas, à França e ao Vaticano.

O petista deve participar de um encontro que discutirá medidas de financiamento para ações climáticas, em Paris.

A “Cúpula por um novo pacto financeiro mundial” acontecerá nos 22 e 23 de junho e foi proposta pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

A expectativa entre integrantes da diplomacia brasileira é que Lula aproveite a viagem a Paris para também ir a Roma (Itália) e se encontrar com o Papa Francisco no Vaticano.

Leia também: Municípios do interior de SP ganham observatório de turismo


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Ag. Brasil

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‘Bom dia e boa quarta-feira!’, postou Lula em meio a operação contra Bolsonaro

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) postou desejos de “um bom dia e boa quarta-feira!” enquanto policiais federais realizam operação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Seguidores do petista entenderam a mensagem incomum como uma ironia diante de seu adversário nas eleições de 2022.

A Polícia Federal cumpriu nesta quarta (3) mandado de busca e apreensão em endereço do ex-presidente e um de prisão contra seu ex-assessores Mauro Cid e Max Guilherme.

Outro alvo de mandado de prisão é Sergio Cordeiro, que atuava na equipe de segurança de Bolsonaro.

As medidas são no âmbito de uma investigação, diz a PF, sobre uma suposta “associação criminosa constituída para a prática dos crimes de inserção de dados falsos de vacinação contra a Covid-19 nos sistemas SI-PNI e RNDS do Ministério da Saúde.”

“A apuração indica que o objetivo do grupo seria manter coeso o elemento identitario em relação a suas pautas ideológicas, no caso, sustentar o discurso voltado aos ataques à vacinação contra a Covid-19”, afirma a PF.

De acordo com a Polícia Federal, os alvos da investigação teriam realizado as inserções falsas entre novembro de 2021 e dezembro de 2022 para que os beneficiários pudessem emitir certificado de vacinação para viajar aos Estados Unidos.

Segundo informações divulgadas, há suspeita de que os registros de vacinação de Bolsonaro, Cid e seua família, além da filha mais nova do ex-presidente, Laura, foram forjados.

Leia também: Taxa de juros, igualdade salarial e fake news: os destaques do discurso de Lula no 1º de maio em SP


Fonte: Folha de S. Paulo – Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

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Taxa de juros, igualdade salarial e fake news: os destaques do discurso de Lula no 1º de maio em SP

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O presidente Lula (PT) discursou em São Paulo em um ato de 1º de Maio, Dia do Trabalhador. Ele voltou a agradecer a vitória nas eleições presidenciais do ano passado e valorizou os feitos do atual governo. Confira os principais pontos abordados pelo chefe do executivo na fala desta segunda-feira.

Esquerda

O presidente começou o discurso agradecendo a oportunidade de trabalhar em mais um mandato e fez acenos à sua base aliada, dizendo que não é possível tratar quem “veste vermelho” como “inimigo“. Também disse que “não pode ser proibido ser de esquerda“.

Taxa de juros

Lula voltou a criticar o nível da taxa Selic, a taxa básica de juros, que serve de referência e influencia as demais operações financeiras. O presidente afirmou que a taxa, atualmente em 13,75% ao ano, não está conseguindo frear a inflação, mas sim dificultando a geração de empregos. “A taxa de juros não controla a inflação, a taxa de juros controla o desemprego nesse país“, comentou.

Igualdade salarial de gênero

Um dos temas abordados foi a proposta do governo, enviada ao Congresso, para o fortalecimento da igualdade salarial entre homens e mulheres. O chefe do executivo elogiou o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, e a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, pela elaboração da proposta. Lula ressaltou a força e a capacidade feminina, dizendo que muitas vezes as mulheres são mais corajosas que os homens.

“No dia 8 de março, mandamos um projeto de lei para garantir de verdade, sem vírgula ou ponto, que as mulheres vão ganhar o mesmo que os homens se fizerem o mesmo trabalho. Não é possível tratar as mulheres como um ser inferior“, disse.

Salário Mínimo, isenção do IR e propostas de governo

O presidente valorizou os anúncios recentes de reajuste do salário mínimo, agora de R$ 1.320, e a isenção do pagamento de imposto de renda para quem ganha até R$ 2.640.

“Daqui pra frente, o trabalhador receberá, além da inflação, a média do crescimento do PIB, como sempre fizemos em nossos governos. Porque o trabalhador, quando tem mais dinheiro, compra mais. E a roda gigante da economia começa a girar”, falou o presidente.

Lula também disse que a intenção é que o governo, até o final de seu mandato, consiga isentar trabalhadores que ganhem até R$ 5.000 do IR. Foi anunciado também que a equipe econômica do Planalto estuda tornar trabalhadores isentos do IR do PRL (Participação nos Lucros e Resultados).

“A pedido das centrais sindicais, nós começamos a estudar essa isenção. Se o patrão não paga Imposto de Renda sobre Lucros, sobre dividendos, porque é que o trabalhador tem que pagar sobre a participação dele nesse lucro?”, declarou o presidente. Atualmente, a PLR tem imposto retido na fonte.

O presidente afirmou que é intenção do governo retomar o programa ‘Farmácia Popular’ e construir a Universidade Federal de Osasco e a Universidade Federal da Zona Leste.

Fake news

No embalo das discussões no Congresso Nacional sobre o projeto de lei que visa regular as redes sociais e combater notícias falsas, a chamada “PL das Fake News”, Lula conclamou as pessoas para virarem “soldados contra as fake news“. “Queria convidar vocês para não passar para a frente o que pode prejudicar o povo. A mentira nunca levou ninguém a lugar nenhum. O Brasil quer democracia e respeito”, pediu.

O presidente lembrou dos atos golpistas do 8 de janeiro e afirmou que todas as pessoas que participaram dos crimes de invasão e depredação aos prédios públicos de Brasília serão presas.

Leia também: Inscrições abertas para 560 vagas nos cursos gratuitos da Etec e Fatec de Carapicuíba


Fonte: TV Cultura – Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Simone Tebet garante reajuste do salário mínimo em 2024: “Aumento será real”

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Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento e Orçamento, declarou nesta segunda-feira (17) que o salário mínimo terá um aumento real em 2024.

De acordo com ela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “não vai descumprir uma promessa de campanha”. A declaração foi dada durante a apresentação de detalhes do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

“O presidente não vai descumprir uma promessa de campanha. O aumento vai ser real. O quanto vai depender da aprovação do arcabouço, de incremento de receitas e corte de gastos do outro”, esclarece.

O Governo Federal enviou ao Congresso Nacional na última sexta-feira (14) o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), que prevê que o salário mínimo do ano que vem será de R$ 1.389. O valor representa uma alta de 6,7% em relação ao piso atual, que é de R$ 1.302.

O projeto também apresentou previsões para 2025 e 2026, com os valores em R$ 1.435 e R$ 1.481, respectivamente.

Leia também: Deputado Cezar encaminha R$ 3 milhões em emendas para o Hospital de Santana de Parnaíba


Fonte: TV Cultura – Foto: Arquivo/Ricardo Stuckert

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Evento em Carapicuíba conta com a presença de Delúbio Soares e João Vaccari, ex-tesoureiros do PT

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Os ex-tesoureiros do PT Delúbio SoaresJoão Vaccari Neto, pivôs de escândalos do partido, participaram neste domingo (16) de evento em Carapicuíba.

O debate contou com algumas dezenas de militantes e foi realizado em um clube do Sindicato dos Comerciários de Osasco e Região (Secor).

O evento intitulado “Quando a Política se Vale da Justiça” tinha como mote a versão de ambos os petistas, que se declaram inocentes sobre o mensalão e a Lava Jato. O tom foi de argumentação de que ambos os casos se trataram de tentativas de atingir o PT e Luiz Inácio Lula da Silva.

Durante o evento, Delúbio e Vaccari foram tietados e tiraram selfies com o público. Os dois permanecem no Partido dos Trabalhadores, mas pouco têm feito aparições e declarações públicas desde que deixaram a prisão.

“Hoje esse cidadão que fala com vocês não tem mais nenhum processo criminal em curso. Ganhei todos”, disse Delúbio, que, durante o evento, distribuiu uma pequena revista com o nome de “Delúbio Soares, o réu sem crime”.

Ele afirmou ainda que nunca fez nada errado e que foi colocado como “o cara mais nefasto da face da Terra” na época do mensalão, em uma crítica à mídia.

Vaccari, por sua vez, seguiu na mesma linha e cobrou mobilização da militância. “Vamos disputar os vereadores, os prefeitos, mas não vamos esquecer de que nós temos que organizar a nossa base para os enfrentamentos”, disse.

Ele também fez um discurso crítico às operações e citou tentativa de enterrar o PT e criminalizar Lula.

“Inúmeras foram as manchetes que eles iam acabar com o PT, que o PT iria ser fechado por decisão da Justiça. Hoje, passada a confusão, quantos processos tem o PT? Nenhum”, disse.

Vaccari diz que foi absolvido em cerca de dez processos e responde por volta de sete. “Eu fui o primeiro da Lava Jato a ser preso. Eu era o tesoureiro, nada melhor do que chamar o cara que mexe com dinheiro de ladrão. É fácil”, disse.

O ex-tesoureiro relatou a experiência de ter ficado 1.483 dias preso e até fez uma previsão de que veria Sergio Moro passar também pelo cárcere.

“Outra coisa que eu sempre disse: nós ainda vamos ver Sergio Moro sendo preso. O motivo eu não sei, mas ele vai ser preso”, disse.

Leia também: Lula defende G20 e quer mais países em governança global


*Com informações Folha de S. Paulo – Foto: Folhapress

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Lula defende G20 e quer mais países em governança global

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, em entrevista coletiva em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, o fortalecimento de uma governança global que amplie a representatividade de países em espaços de diálogo internacional. “Não quero criar movimento separado do G7. O G7 não depende do Brasil para existir”, declarou.

Para o brasileiro, um bloco mais amplo de países, a exemplo do G20, deve ser responsável por discutir temas da ordem do dia, como paz entre as nações; meio ambiente; temas econômicos, como inflação e juros; violência; discurso de ódio nas redes digitais; e fortalecimento da democracia.

“Quando criamos o G20, foi porque o G7 tinha entendido que ele já não tinha o tamanho necessário para discutir a crise de 2008”, pontuou. Lula disse ainda que o Brasil quer ser protagonista em temas globais. “Eu respeito todos os países, todas as reuniões que cada um quiser fazer, respeito a autodeterminação dos povos, mas o que quero dizer é que o Brasil tem pensamento próprio e quer voltar a ser ator protagonista de muita influência, sobretudo, nessa questão do clima. Poucas nações têm autoridade política e moral para discutir isso”, apontou.

Lula, que retorna neste domingo (16) ao Brasil, destacou que a viagem à China representou acordos que somam R$ 50 bilhões. Nos Emirados Árabes, foram negociados investimentos da ordem de R$ 12,5 bilhões por meio de um memorando de entendimento entre o estado da Bahia e o fundo financeiro de Abu Dhabi Mubadala Capital, controlador da refinaria de Mataripe, privatizada em 2021. 

“Em maio, vamos discutir com governadores brasileiros as principais obras no país. E queremos apresentar essas obras a outros países para que empresários que quiserem investir no Brasil tenham opção certa de investimento. O Brasil é um país que tem estabilidade jurídica, estabilidade política e vai se transformar num país de estabilidade econômica. Somos um governo que tem credibilidade na sociedade e com outros países do mundo. Nós garantimos a estabilidade social no país e somos um governo de muita previsibilidade”, declarou. 

Leia também: Vacinação bivalente contra covid-19 supera 9 milhões de doses


Por Agência Brasil – Foto: Ricardo Stuckert/PR

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