SP capacita profissionais para cuidados com a varíola dos macacos

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A prefeitura de São Paulo realizou na tarde de ontem (2) um curso online para capacitar 5,5 mil profissionais das secretarias municipais da Saúde e da Educação sobre a varíola dos macacos (monkeypox).

O objetivo é atualizar a situação da doença na cidade e orientar os profissionais para medidas de cuidado, prevenção, transmissão, notificação e isolamento, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS). Além disso, espera-se que seja feita a multiplicação das informações. A capacitação completa pode ser vista no canal do YouTube da cidade de São Paulo

“Nosso serviço de vigilância está comunicando toda a população e capacitando profissionais de saúde para o enfrentamento da doença. Nossa atenção também está voltada para as crianças. Apesar da baixa letalidade no público adulto, ainda não sabemos como a monkeypox se desenvolve no público infantil”, explicou o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.

De acordo com as informações da prefeitura, desde os primeiros alertas da OMS para a doença, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) instituiu protocolos para o atendimento dos casos suspeitos em serviços de saúde públicos e privados. Toda a rede, incluindo Unidades Básicas de Saúde (UBSs), prontos-socorros e pronto atendimentos, foi capacitada e conta com insumos para coleta de amostras das lesões cutâneas (secreção ou partes da ferida seca) para análise laboratorial.

“São considerados suspeitos de infecção pela doença os indivíduos de qualquer idade que a partir do dia 15 de março deste ano tenham apresentado início súbito de erupção cutânea aguda, única ou múltipla, em qualquer parte do corpo, incluindo a região genital. Pode ou não estar associada com febre, dor nas costas e dor de cabeça, entre outros sintomas. Também deve ser levado em conta o histórico de viagem a um país endêmico ou países com casos de monkeypox nos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas, além do contato com pessoas que tenham viajado a esses locais”, alertou a prefeitura.

É preciso ainda levar em consideração quem tem histórico de contato íntimo com desconhecidos ou parceiros casuais nos últimos 21 dias anteriores ao início dos sinais e sintomas e ainda quem teve vínculo epidemiológico com casos suspeitos desde 15 de março, nos 21 dias que antecederam os sinais e sintomas da doença.

Segundo o balanço da prefeitura, até o momento, foram registrados 879 casos da doença na capital. Três casos são em crianças, sendo um menino de 4 anos e duas meninas de 6 anos, moradores da zona leste, norte e sul da capital, além de dez adolescentes de 10 a 19 anos. Todos estão em monitoramento pelas vigilâncias estadual e municipal e não apresentam sinais de agravamento. A transmissão da doença nesses pacientes está sendo investigada.


Por Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil – Foto: Dado Ruvic/Ag. Brasil

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Brasil acumula 678.715 mortes por covid-19 desde o início da pandemia

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O Brasil registrou, desde o início da pandemia, 678.715 mortes por covid-19, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje (1º) pelo Ministério da Saúde. O número total de casos confirmados da doença é de 33.855.964.

Em 24 horas, foram registrados 22.064 novos casos. No mesmo período, foram confirmadas 201 mortes de vítimas do vírus.

Ainda segundo o boletim, 32.421.379 pessoas se recuperaram da doença e 755.870 casos estão em acompanhamento. No levantamento de hoje, não consta atualização dos dados de óbitos em Mato Grosso do Sul.

Os números em geral são menores aos domingos, segundas-feiras ou nos dias seguintes aos feriados em razão da redução de equipes para a alimentação dos dados. Às terças-feiras e dois dias depois dos feriados, em geral, há mais registros diários pelo acúmulo de dados atualizado.

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil.
Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde atualiza os números da pandemia no Brasil. – Ministério da Saúde

Estados

De acordo com os dados disponíveis, São Paulo lidera o número de casos, com 5,92 milhões, seguido por Minas Gerais (3,82 milhões) e Paraná (2,69 milhões). O menor número de casos é registrado no Acre (144,1 mil). Em seguida, aparece Roraima (172,8 mil) e Amapá (176,6 mil).

Em relação às mortes por covid-19, de acordo com os dados mais recentes disponíveis, São Paulo apresenta o maior número (172.947), seguido de Rio de Janeiro (74.840) e Minas Gerais (62.958). O menor número de mortes está no Acre (2.018), Amapá (2.151) e Roraima (2.158).


Por Agência Brasil – Foto: Marcello Casal Jr/Ag. Brasil

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Saiba como reconhecer a Monkeypox (Varíola do Macaco)

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Com o avanço dos casos da varíola causada pelo vírus Monkeypox, também conhecida como varíola do macaco, é importante ficar atento aos sintomas para procurar ajuda médica em caso de suspeita.

Embora branda, a varíola causada pelo Monkeypox é uma doença transmissível que requer cuidados.

A doença pode ser transmitida de pessoa para pessoa por meio do contato com secreções respiratórias que são liberadas ao tossir ou falar por exemplo, mas para que o vírus consiga ser transmitido dessa forma, é preciso que as pessoas estejam muito próximas.

Além disso, a transmissão também pode acontecer por meio do contato direto com as secreções das bolhas e feridas causadas pelo vírus da varíola dos macacos, ou por meio do contato com objetos contaminados. A presença de lesões na região genital também aumenta o risco de transmissão da varíola dos macacos através da relação sexual.

A transmissão desse tipo de varíola de animais para pessoas também pode acontecer, sendo possível através da mordida de roedores infectados, consumo de carne mal cozida de animais infectados e/ou contato com secreções ou sangue de animais infectados.

Sintomas e como identificá-los

A primeira fase de sintomas se assemelha à uma gripe, como febre, dor de cabeça e dor no corpo, calafrios e exaustão, que podem durar em média três dias.

Na fase seguinte é que aparecem as lesões na pele que evoluem em cinco estágios, conhecidos como mácula, pápulas, vesículas, pústulas e finalmente crostas, estágio final quando caem. É o contato com elas que causa a transmissão do vírus para outras pessoas.

Se este quadro for acompanhado por dor de cabeça, início de febre acima de 38,5°C, linfonodos inchados, dores musculares e no corpo, dor nas costas e fraqueza profunda, é necessário fazer exame de PCR para confirmar ou descartar a doença.

O que fazer se tiver suspeita

Passa a ser considerado um caso suspeito qualquer pessoa, de qualquer idade, que apresenta erupções na pele de forma aguda e inexplicável. Se isso acontecer, busque atendimento médico.

Se este quadro for acompanhado de um ou mais dos demais sintomas (febre, fadiga, inchaço dos linfonodos e dores musculares), é necessário fazer exame para confirmar ou descartar a doença.

Casos considerados “prováveis” incluem sintomas semelhantes aos dos casos suspeitos e que apresentaram contato próximo com indivíduos com a doença (casos suspeitos ou confirmados), incluindo: contato físico direto com a pele ou com lesões na pele, exposição direta a secreções respiratórias, contato sexual ou com materiais contaminados (como roupas, toalhas etc.)  21 dias antes do início dos sintomas.

Clique aqui e saiba mais!

Como se proteger da doença

A principal orientação é evitar contato próximo com pessoas que apresentem lesões comuns da varíola dos macacos.

Atualmente, a transmissão da doença sem histórico sexual está acontecendo principalmente em contexto domiciliar em que um dos moradores está infectado.

Nesse caso, é recomendado que a pessoa contaminada se isole. Os objetos que ela utiliza não devem ser compartilhados e as roupas precisam ser lavadas. A higienização constante com álcool 70% também é necessária, assim como o uso de máscaras.

Fora de casa, outras medidas também devem ser tomadas, como reduzir a frequência a ambientes de grande aglomeração e manter o distanciamento físico de outras pessoas.

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Fontes: Ministério da Saúde/Instituto Butantan/ Organização Mundial da Saúde – Divulgação: SECOM-Itapevi

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Inscrições abertas para o Circuito Transformar Vida Sustentável que acontece na Granja Viana

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Por meio de uma parceria com a Prefeitura de Cotia, através da Regional da Granja Viana, o Parque Teresa Maia vai sediar o Circuito Transformar Vida Sustentável no dia 7 de agosto. O evento está com inscrições abertas para moradores de Cotia por meio do e-mail corrida.gv@gmail.com. As vagas são limitadas.

Quem quiser fazer a inscrição presencialmente pode se dirigir à Regional da Granja Viana, que fica na avenida Denne, 163. Informações 11 4702-3964. O valor da inscrição é de R$ 30,00.

O Circuito Transformar Vida Sustentável contará com percursos de 5 km e de 10 km. O evento é realizado pela Live, Ministério da Cidadania, com o apoio da Prefeitura de Cotia e patrocínio da Comgás. A largada está marcada para às 7h. Na próxima semana, a empresa organizadora vai disponibilizar uma página na internet com informações sobre a prova e para inscrições gerais. No entanto, como a prova acontece em Cotia, por meio de parceria com a Regional da Granja Viana, os moradores da cidade interessados em participar podem se inscrever antecipadamente por e-mail.

Clique aqui e saiba mais!

Os inscritos vão retirar um kit com camiseta, numeração, chip de cronometragem, sacolinha e medalha de participação. Os três primeiros atletas de cada categoria, masculino e feminino, serão premiados e, de acordo com o regulamento da prova “Artigo 6º: De acordo com a determinação da Confederação Brasileira de Atletismo a idade mínima para o (a) Atleta se inscrever e participar de corridas de rua é a seguinte

(i) Corridas com percurso até 5km: 14 (catorze) anos;

(ii) Corridas com percurso menor que 10km: 16 (dezesseis) anos;

(iii) Corridas com percurso de 10km até 30km: 18 (dezoito) anos;

(iv) Maratona e acima: 20 (vinte) anos.”

Os atletas menores de 18 anos só poderão participar de Eventos com prévia autorização por escrito dos pais ou do responsável legal. A autorização deverá estar acompanhada de cópia de um documento de identidade do menor de 18 anos de idade, documentos que serão retidos pela Organizadora, no ato de entrega dos kits. A entrega da autorização é requisito para validação da inscrição.

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Fonte/Imagem: Divulgação/SECOM-Cotia

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Varíola dos macacos: com 813 casos, Brasil tem situação “preocupante”

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O Brasil tem 813 casos confirmados da varíola dos macacos (monkeypox), segundo dados do Ministério da Saúde. Hoje (26), a líder técnica da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a doença, Rosamund Lewis, disse que a situação no país “é muito preocupante” e que os casos podem estar subnotificados por não haver testes suficientes à disposição. 

“É importante que as autoridades também tomem conhecimento da emergência de saúde pública e de interesse internacional, das recomendações e tomem as medidas adequadas”, declarou. Ela também disse que o surto pode ser interrompido com “estratégias certas nos grupos certos”. “Mas o tempo está passando e todos precisamos nos unir para que isso aconteça”, acrescentou.

No sábado (23), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública de interesse internacional. “Temos um surto que se espalhou rapidamente pelo mundo, através de novas formas de transmissão, sobre as quais entendemos muito pouco, e que se encaixa nos critérios do Regulamento Sanitário Internacional”, declarou. 

O Ministério da Saúde destacou, por meio de nota, que a doença é prioridade para a pasta, que faz constante monitoramento e analisa a todo momento a situação epidemiológica para definir orientações e ações de vigilância e resposta à doença no país. “Todas as medidas hoje anunciadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) já são realizadas pelo Brasil desde o início de julho de forma a realizar uma vigilância oportuna da doença”, diz o texto.

O órgão ressaltou também que, antes mesmo da confirmação de casos no Brasil, foi instalada “uma sala de situação para elaborar um plano de ação com o objetivo de estabelecer estados e municípios sobre a melhor forma de atender a população”. Ainda segundo o ministério, “testes para diagnóstico estão disponíveis para toda a população que se enquadre na definição de casos suspeitos para varíola dos macacos”.

No sábado (23), a pasta informou que articula com a OMS a aquisição da vacina contra a doença. Em nota, o Ministério da Saúde disse que as negociações estão sendo feitas de forma global com o fabricante para ampliar o acesso ao imunizante para os países com casos confirmados.

Números

No Brasil, o maior número de casos está em São Paulo, com 595 infecções confirmadas. No Rio de Janeiro, são 109 pessoas com a doença, em seguida estão: Minas Gerais (42), Distrito Federal (13), Paraná (19), Goiás (16), Bahia (3), Ceará (2), Rio Grande do Sul (3), Rio Grande do Norte (2), Espírito Santo (2), Pernambuco (3), Mato Grosso do Sul (1) e Santa Catarina (3).

O vírus

A varíola causada pelo vírus hMPXV (Human Monkeypox Virus, na sigla em inglês) provoca uma doença mais branda do que a varíola smallpox, que foi erradicada na década de 1980. 

Trata-se de uma doença viral rara transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias e pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente.

Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.

Sintomas

Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.

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Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – Foto: Arquivo/Dado Ruvic/Reuters

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Capital começa a vacinar população acima de 30 anos com a segunda dose adicional amanhã (25)

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O prefeito Ricardo Nunes anunciou na sexta-feira (22) que a população acima dos 30 anos de idade irá receber a segunda dose adicional (quarta dose) a partir da próxima segunda-feira (25). Estarão aptos aqueles que tomaram a primeira dose de reforço (terceira dose) há pelo menos quatro meses. Para essa etapa, atualmente, estão elegíveis cerca de 514.689 munícipes. Segundo o prefeito todas as 470 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), além de três Centros de Saúde (CSs), 17 Serviços de Atenção Especializada (SAEs) e dois megapostos estarão abertos para a aplicação da vacina. “Com essa vacinação, mais pessoas estarão imunizadas na cidade, aumentado a proteção de toda a população de São Paulo”, disse Ricardo Nunes.

Clique aqui e saiba mais!

Já o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, destaca a importância das doses adicionais para a população. “As doses de reforço são essenciais para proporcionar o aumento da quantidade de anticorpos no organismo. Isso reduz a chance de um desfecho mais grave em caso de Covid-19.”

Mais informações e a lista completa dos postos podem ser encontradas na página do Vacina Sampa, disponível em: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/index.php?p=307599

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Fonte/foto: Divulgação/SECOM-Pref. de São Paulo

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Varíola dos macacos: OMS declara emergência internacional de saúde

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu hoje (23) declarar que a varíola dos macacos configura emergência de saúde pública de interesse internacional. O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, durante coletiva de imprensa.

“Temos um surto que se espalhou rápido pelo mundo, através de novas formas de transmissão, sobre as quais entendemos muito pouco, e que se encaixa nos critérios do Regulamento Sanitário Internacional. Por essas razões, decidi que a epidemia de varíola dos macacos representa uma emergência de saúde pública de preocupação internacional”, disse Tedros.

Clique aqui e saiba mais!

A decisão não foi consensual entre membros do Comitê de Emergência da OMS, mas o diretor-geral decidiu ir adiante com a declaração. Ele destacou que o vírus tem se espalhado rapidamente por diversos países, o que aumenta o risco de disseminação internacional. Outra preocupação expressada por Tedros diz respeito ao potencial do vírus de interferir em viagens de um país para outro, como ocorreu com a covid-19. No entanto, a OMS ainda considera o risco baixo.

A varíola dos macacos é uma causada por um vírus e transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode se dar por meio de abraço, beijo, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo infectado.

Uma das preocupações da OMS é com o estigma que a doença pode provocar, uma vez que a maioria dos contaminados são homens que se relacionam sexualmente com outros homens, especialmente aqueles com múltiplos parceiros.

“Em acréscimo às nossas recomendações aos países, também chamo as organizações da sociedade civil, incluindo aquelas com experiência no trabalho com pessoas HIV positivo, para trabalhar conosco na luta contra o estigma e a discriminação”, disse Tedros.

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Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Foto: Dado Ruvic/Reuters

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“Doses de reforço contra covid-19 salvam vidas”, diz especialista

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Tomar a dose de reforço e manter o esquema de vacinação completo e atualizado ajuda a salvar vidas. A afirmação é de Mônica Levi, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

“Todos os lugares tiveram uma queda da imunidade com o decorrer do tempo após a imunização. E eles viram que essa queda era ainda mais acentuada quando se considerava as variantes aparecendo”, afirmou.

“Isso nos obrigou a instituir as doses de reforço que salvam vidas. As pessoas que estão adequadamente vacinadas, com duas doses e mais o reforço, e que estão pegando covid-19, estão tendo formas leves. No máximo, moderadas. Mas não estão internadas, entubadas ou morrendo. Isso é indiscutível. Isso ocorre no mundo inteiro”, acrescentou.

Em entrevista à Agência Brasil, Mônica lembrou que as vacinas atuais não foram desenvolvidas para as variantes do novo coronavírus, mas para aquele vírus original, o primeiro identificado em Wuhan, na China. Apesar disso, essas vacinas continuam apresentando uma boa proteção contra a doença. “São vacinas que têm mantido seu papel principal que é evitar formas graves e óbitos, independente das variantes”, observou.

Para ela, as pessoas precisam lembrar que o mundo enfrentou momentos bem difíceis na pandemia, com a internação e morte de milhões de pessoas. E que isso ainda não acabou. Por isso, os cuidados e a vacinação devem continuar sendo uma constante. “As pessoas têm memória curta. Há muito pouco tempo a gente estava disputando leitos, correndo atrás de oxigênio para usar em quem estava precisando e agonizando. A gente estava num colapso de saúde pública, vivendo uma situação horrível. E as pessoas já não lembram mais disso por quê? A pandemia ainda não acabou. Estamos com a circulação dessas variantes, principalmente da BA.4 e BA.5. Há um ligeiro aumento de casos, estamos tendo um novo pico”, destacou a diretora da SBIm.

Para ela, faltam campanhas para estimular as pessoas para que ampliem os esquemas vacinais. E não somente contra a covid-19.

“Eu acho que primeiro faltou uma campanha de comunicação mais efetiva. Essa dificuldade logística também. Você não sabe que posto vai estar aberto, qual vacina que vão te dar lá. Tem acontecido falta de comunicação com a população desde o começo da covid-19”, alertou. “Agora, é um momento para a gente aumentar essa cobertura para a terceira e quarta doses, quer dizer, o primeiro e o segundo reforço, e as pessoas têm que ser motivadas”, reforçou.

Caderneta de vacinação

Para Mônica, as pessoas devem continuar se vacinando não só contra a covid-19, mas atualizando a caderneta de vacinação também para outras doenças. Afinal, diz ela, a vacinação também é um ato coletivo de cuidado com o outro.

“A vacina vai muito além de te proteger contra doenças, ela protege a sociedade. A baixa cobertura vacinal está nos colocando em risco real. Nova York teve um caso de pólio esta semana. A gente teve em Israel, outro [caso] na Inglaterra, em alguns países da África. Nós estamos com cobertura da pólio baixíssima e, se a gente não voltar a vacinar como antes, nós vamos ter pólio e sarampo de novo. Não é uma brincadeira: a gente precisa que todo mundo faça seu papel como cidadão e tenha responsabilidade também com os outros. A decisão de não se vacinar também atinge outras pessoas”, afirmou.

“Qualquer sociedade civilizada entende que o interesse coletivo prevalece sobre direitos de escolhas individuais. Vacinação é um ato coletivo”, observou.

Riscos

Quase seis milhões de pessoas deixaram de completar o seu esquema vacinal contra a covid-19 no Rio Grande do Sul, revela levantamento divulgado esta semana pelo governo gaúcho. Em São Paulo, cerca de 2,4 milhões de pessoas ainda não tomaram sequer a segunda dose de imunizante e outras 19,4 milhões de pessoas já estão aptas, mas não retornaram aos postos para tomar as doses de reforço. No mês passado, o governo do Rio de Janeiro apontava seis milhões de faltosos acima dos 18 anos que não haviam recebido quaisquer doses de reforço no estado.

Deixar de completar o esquema vacinal é se colocar em risco. Com o vírus da covid-19 ainda em alta circulação no Brasil, tomar as doses de reforço disponíveis nos sistemas de saúde significa fortalecer os níveis de proteção contra a doença, inclusive contra as subvariantes da Ômicron, que já respondem pela maior parte dos casos confirmados no país.

Levantamento feito pelo Instituto Todos pela Saúde e divulgado no último dia 21 aponta que os casos prováveis de Covid-19 provocados pelas subvariantes BA.4 e BA.5 da Ômicron – e que fizeram diversos países apresentarem uma nova alta de casos – já representam a quase totalidade das ocorrências identificadas no Brasil (96,9%).

“Todos que têm o direito a doses adicionais dos imunizantes disponíveis; os que ainda não tomaram nenhuma dose devem procurar os postos de vacinação o quanto antes: o reforço vacinal é essencial para enfrentarmos o cenário epidemiológico atual e reduzir os impactos à saúde”, reforçou o instituto nas redes sociais.

A vacina contra a covid-19 fornece para o sistema imunológico ferramentas para que ele possa identificar e combater o vírus, funcionando como um reforço para as defesas naturais do corpo humano. E, ao se tomar as doses de reforço, essa proteção aumenta. Foi o que apontou estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Minas. Ele demonstrou, ainda, que essa proteção tende a cair após seis meses da aplicação da dose, mas, ao se tomar a dose adicional, essa proteção começa a se restabelecer novamente.


Por Elaine Patrícia Cruz – Repórter da Agência Brasil – Foto: Rovena Rosa/Ag. Brasil

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Fertilização in Vitro do Centro de Diagnósticos ajuda casais com o sonho de ter filhos

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As estatísticas apontam existir de 10 a 15% da população em idade fértil no mundo com necessidade de algum tipo de reprodução assistida para poder gerar filhos. Embora não haja números mais precisos, há uma demanda considerável de pessoas necessitando de ajuda da ciência e da medicina para realizar o sonho de ter um filho ou uma filha.

Nesta perspectiva, a Prefeitura de Barueri, por meio do Centro de Diagnósticos, implantou, desde dezembro do ano passado, o Projeto Especial Diagnóstico e Tratamento de Fertilização in Vitro (FIV), iniciativa para ajudar quem deseja engravidar, mas precisa de apoio.

De lá para cá, foram feitas 11 FIVs e três coitos programados (quando é feito o acompanhamento do ciclo menstrual da paciente e orienta-se o melhor momento para a relação sexual do casal). Atualmente, 34 pacientes estão aguardando o início dos procedimentos e outros 20 já estão em tratamento (quatro em andamento e 16 aguardando período fértil).

Ampla estrutura
Com uma estrutura ampla, o setor conta com equipes médicas de embriologistas, de enfermagem especializada, mais anestesista. Sem contar a estrutura administrativa que envolve o trabalho como um todo. “Tem um corpo grande para gerir tudo isso, de uma maneira que flua bem para o paciente como se fosse num hospital mesmo”, disse Augusto Bussab, médico especialista em reprodução humana e responsável pelo programa para tratamento de casais inférteis do Centro de Diagnósticos de Barueri.

“Em 2018 ou 2019, na Suécia, do tanto de nascidos vivos, 50% era por fertilização in vitro. Algo bem estabelecido no mundo, muito seguro”, comentou Bussab. Mesmo assim o médico alerta que a fertilização in vitro é um procedimento médico: “tem riscos, é um tratamento bem sensível, tem que trabalhar com alguém altamente capacitado”.

Além das questões técnicas, há a questão da relação da equipe médica com o paciente. Bussab ressalta que “estamos tratando com uma família, com um casal bem sensibilizado. Então temos que trabalhar de um jeito que não a deixe constrangida e passe segurança com relação à seriedade do trabalho”.

Injeção de espermatozoides
O método de fertilização mais utilizado nos procedimentos é o chamado ICSI (Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides), desenvolvido na década de 90. “Cerca de 99% dos casos são feitos nesta técnica”, disse Bussab.

Com uma estrutura ampla, o setor conta com equipes médicas de embriologistas, de enfermagem especializada. Foto: Divulgação/SECOM-Barueri

A técnica consiste em inserir um único espermatozoide diretamente no interior do óvulo, de modo que o gameta masculino não precise romper a membrana exterior do gameta feminino. É diferente do método tradicional de fertilização in vitro, que deixa o espermatozoide fecundar o óvulo naturalmente na proveta de vidro.

A outra técnica, além da FIV e do coito programado, é a inseminação intrauterina (ou inseminação artificial), mas é muito pouco utilizada na rede.

Gravidez “de primeira”
O casal Bruno e Ingrid Verissimo, do Jardim Mutinga, passou pelo processo na rede de Barueri. Hoje cuidam e curtem a gravidez de Ingrid, que acaba de completar 15 semanas. “O processo foi muito bom, contamos com um médico excelente e muito atencioso, além de conseguir com facilidade alguns exames e as medicações necessárias. Essa oportunidade oferecida pela Prefeitura foi maravilhosa”.

Bruno fez questão de elogiar a equipe. “A escolha do médico foi certeira, pois contamos com um profissional excelente. Gostaria muito que o projeto fosse adiante e possam ajudar outros casais a realizar o sonho de serem pais”, completou.

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Fonte/foto: SECOM-Barueri

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Fundação Pró-Sangue de SP está com estoque baixo para tipos negativos

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O mês de julho, historicamente, é preocupante para os estoques de sangue. Temperaturas mais baixas e férias escolares estão entre os fatores que contribuem para afastar doadores.

A Fundação Pró-Sangue de São Paulo chama atenção para os tipos sanguíneos em situação de emergência: o O negativo, AB negativo, B negativo e O positivo.

Segundo a fundação, volume coletado é suficiente para menos de um dia. O tipo O negativo tem 10% do necessário em estoque. Os tipos O positivo e B negativo têm 24% do necessário e o AB negativo tem 25%.

Para doar, o candidato deve estar em boas condições de saúde e alimentado, ter entre 16 e 69 anos de idade, pesar mais de 50 kg e levar documento de identidade original com foto recente.

O órgão destaca que a doação pode ser agendada e os candidatos podem buscar um dos postos mais perto de casa.

O Posto Clínicas e o Posto Osasco estão abertos de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 17h30, e, no sábado, das 8h às 16h. O Posto Dante Pazzanese funciona de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 16h30, mesmo horário do Posto Mandaqui. Os postos Barueri e Stella Maris abrem de segunda-feira a sexta-feira das 8h às 16h.

Outras informações e o endereço dos postos podem ser conferidas no site da fundação.

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 Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – Foto: Davidyson Damasceno/Ag. Brasil

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