Barueri realiza vacinação contra a Covid-19 no próximo fim de semana

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Para enfrentar a baixa cobertura vacinal contra a Covid em Barueri entre as crianças e também com relação à dose adicional para os adolescentes e adultos, a administração municipal promove nos dias 19 e 20 deste mês (sábado e domingo) uma nova mobilização de vacinação contra a doença. A iniciativa vai acontecer no Polo do Centro de Eventos das 8h às 17h.

Apesar de destinada a todas as faixas etárias, a mobilização tem por meta avançar na imunização daquelas que ainda registram baixos índices da cobertura vacinal, principalmente a das crianças entre 5 a 11 anos com a segunda dose. E no caso das demais faixas, dos adolescentes e adultos para a dose adicional.

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Esquema vacinal completo é fundamental

Somente um esquema vacinal completo (primeira e segunda doses) é capaz de oferecer a proteção contra a Covid-19. As doses adicionais também têm papel fundamental na luta contra o vírus. Graças a isso vem caindo o número de casos graves da doença que levam a internações e óbitos.

O PNI (Plano Nacional de Imunização) estabeleceu a meta de vacinar 90% da população de cada grupo. No entanto, em Barueri, os dados do Vacivida do início do mês apontam que na faixa de crianças entre 5 a 11 anos cerca de 78% receberam a primeira dose, mas apenas 18% do total tomou a segunda dose do imunizante.

Já em todas as demais faixas o problema está na dose adicional, que registra baixos percentuais na cobertura vacinal na cidade. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 a 19 anos, dos 78% que tomaram a segunda dose, apenas 15% voltaram para a dose adicional. Na faixa dos 50 a 54 anos, dos 129% imunizados com a segunda dose, somente 82% compareceram à adicional.

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Para a vacinação não é preciso agendamento. Todos os que forem se imunizar devem ir ao Centro de Eventos com documento original, CPF ou cartão SUS. Para as crianças de 5 a 11 anos é recomendado levar também a caderneta de vacinação. Para aqueles que ainda vão iniciar o ciclo de imunização é importante fazer o pré-cadastro no site do VacinaJa que, apesar de não ser um agendamento, contribui para a redução no tempo de espera durante o atendimento.

O Polo do Centro de Eventos fica na avenida Pastor Sebastião Davino dos reis, 672, no Jardim Tupanci.

Entenda tudo sobre as doses:

Primeira dose: disponível a todas as pessoas a partir de 5 anos de idade.

Segunda dose: disponível para pessoas a partir dos 5 anos nas seguintes condições:
– Coronavac: 28 dias após 1ª dose;
– AstraZeneca: 8 semanas (56 dias) após 1ª dose;
– Pfizer: 21 dias após 1ª dose para pessoas com 18 anos ou mais; 56 dias para crianças de 5 a menores de 12 anos;
– Janssen: 2 meses após 1ª dose

Terceira dose: disponível para pessoas com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose há pelo menos 4 meses;
– Pessoas com mais de 18 anos que tomaram a vacina da Janssen há pelo menos 2 meses da 1ª dose;
– Pessoas com alto grau de imunossupressão com mais de 18 anos que tomaram a segunda dose há pelo menos 28 dias;

Quarta dose: disponível para pessoas imunossuprimidas com mais de 18 anos e que tenham tomado a terceira dose há 4 meses no mínimo.


Fonte/texto/foto: SECOM-Barueri

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Covid-19: em dois anos, variantes e vacinas moldaram fases da pandemia

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A pandemia de covid-19 completa hoje (11) dois anos, e o sobe e desce das curvas de casos e óbitos ao longo deste período teve dois fatores como protagonistas: as variantes e as vacinas. Se, de um lado, esforços para desenvolver e aplicar imunizantes atuaram no controle da mortalidade e na circulação do SARS-CoV-2, do outro, a própria natureza dos vírus de evoluir, adquirir maior poder de transmissão e escapar da imunidade fez com que as infecções retomassem o fôlego em diversos momentos. Moldada por essas forças, a pandemia acumula, em termos globais, quase 450 milhões de casos e mais de 6 milhões de mortes, além de 10 bilhões de doses de vacinas aplicadas e 4,3 bilhões de pessoas com duas doses ou dose única, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Integrante do Observatório Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Raphael Guimarães explica que, ao se multiplicar, qualquer vírus pode evoluir para uma versão mais eficiente de si mesmo, infectando hospedeiros com mais facilidade. Quando a mutação dá ao vírus um poder de transmissão consideravelmente maior que sua versão anterior, nasce uma variante de preocupação.

“O que a gente vive dentro de uma pandemia é uma guerra em que a gente está tentando sobreviver, e o vírus também está tentando”, resume Guimarães. “Cada vez que a gente dá a ele a chance de circular de forma mais livre e tentar se adaptar a um ambiente mais inóspito, o que ele está fazendo é tentar alterar sua estrutura para sobreviver.”

Coronavírus (COVID-19), Novo Coronavirus SARS-CoV-2
Imagem do novo coronavirus SARS-CoV-2 – NIAID

O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, acrescenta que impedir que um vírus sofra mutações ao se replicar é impossível, porque isso é da própria natureza desses micro-organismos. Apesar disso, é possível, sim, dificultar esse processo, criando um ambiente com menos brechas para ele circular. E é aí que as vacinas cumprem outro papel importante.

“A gente pode reduzir esse risco aumentando a cobertura vacinal no mundo inteiro. A Ômicron apareceu na África, que é o continente com menor cobertura vacinal”, lembra ele. Enquanto Europa, Américas e Ásia já têm mais de 60% da população com duas doses ou dose única, o percentual na África é de 11%. “Se a gente conseguir equalizar a cobertura vacinal nos diferentes países, a gente tem um menor risco de ter uma variante aparecendo dessa forma”, diz Chebabo.

É unânime entre os pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil que, se as ondas de contágio podem ser relacionadas à evolução das variantes, o controle das curvas de casos e óbitos se deu com a vacinação. A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Flávia Bravo, afirma que é inegável o papel das vacinas na queda da mortalidade por covid-19 ao longo destes dois anos.

“No início, vacinaram-se os idosos mais velhos, para depois ir descendo por idade e para pacientes com comorbidades. E, se olhar no miúdo a interferência da vacina no número de mortes, fica evidente, a partir da vacinação desse grupo das maiores vítimas, uma queda coincidindo com o aumento da cobertura”, avalia ela, que também resume a pressão das variantes no sentido contrário, aumentando os casos: “Começamos no Brasil com a cepa original, depois a Gama começou a predominar, foi substituída pela Delta, veio a Ômicron, e esse balanço nas nossas curvas foi acompanhando justamente essas novas variantes que foram se espalhando pelo mundo.”

A pediatra considera que problemas na disponibilidade de vacinas no início da imunização e a circulação de variantes também levaram o Brasil a ser um dos países mais afetados pela pandemia de covid-19, com mais de 650 mil mortes causadas pela doença, o segundo maior número de vítimas do mundo, e uma taxa de 306 mortes a cada 100 mil habitantes, a segunda maior proporção entre os dez países que mais tiveram vítimas da doença.

“Se a vacinação tivesse começado mais cedo e com uma oferta de doses maior desde o início, com certeza o panorama que a gente vivenciou teria sido diferente. Mas, ainda que tenhamos atrasado o início e a disponibilidade de doses também tenha demorado, chegamos a coberturas tão boas ou até melhores que muitos países, inclusive com esquema completo”, afirma a diretora da SBIm. 

Variantes de preocupação

Desde que o coronavírus original começou a se espalhar, a OMS classificou cinco novas cepas como variantes de preocupação. Mais sete chegaram a ser apontadas como variantes sob monitoramento ou variantes de interesse, mas não reuniram as condições necessárias para justificarem o mesmo nível de alerta. Para que as mutações genéticas do vírus sejam consideradas de preocupação, elas devem ter características perigosas, como maior transmissibilidade, maior virulência, mudanças na apresentação clínica da covid-19 ou diminuição da eficácia das medidas preventivas.

O padrão de batizar as variantes com letras do alfabeto grego foi uma alternativa adotada pela OMS para evitar que continuassem sendo identificadas por seu local de origem, como chegou a acontecer com a Alfa, a que veículos de comunicação se referiam frequentemente como variante britânica. Associar uma variante a um país ou região pode gerar discriminação e estigmas, justifica a organização, que acrescenta que essa nomenclatura também simplifica a comunicação com o público e é fácil de pronunciar em vários idiomas.

Médicos observam exame de paciente em hospital de campanha em Guarulhos (SP)
A disseminação da variante Gama levou à lotação das unidades de terapia intensiva – REUTERS / Amanda Perobelli/direitos reservados

Gama

Virologista e coordenador da Vigilância Genômica de Viroses Emergentes da Fiocruz Amazônia, Felipe Naveca coordenou o trabalho que confirmou a existência da variante Gama, a que teve maior impacto na mortalidade da covid-19 no Brasil. Ele explica que, ao longo do tempo, o coronavírus adquiriu maior transmissibilidade ao acumular mutações que permitiram o escape de anticorpos, aumentaram a replicação e facilitaram a entrada nas células.

Com essas vantagens, as variantes Alfa e Beta causaram aumentos de casos e óbitos em outros países, mas não chegaram a se disseminar a ponto de mudar o cenário epidemiológico no Brasil. Por outro lado, o pior momento da pandemia no país, nos primeiros quatro meses do ano passado, está diretamente ligado à variante Gama. 

“A Gama foi o nosso grande terror, porque foi o surgimento de uma variante de preocupação aqui antes que a gente tivesse iniciado a vacinação. Até a gente conseguir avançar, ela já tinha se espalhado”. 

A disseminação da variante Gama causou colapso no sistema de saúde do Amazonas entre o fim de dezembro e janeiro de 2021. A sua disseminação pelo país levou à lotação das unidades de terapia intensiva em praticamente todos os estados ao mesmo tempo. O cenário continuou a se agravar até março e abril de 2021, quando a média móvel de mortes por covid-19 teve picos de mais de 3 mil vítimas diárias. Em 17 de março, a Fiocruz classificou a situação como o maior colapso sanitário e hospitalar da história do Brasil.

Iniciada em 17 de janeiro, a vacinação no Brasil ainda estava em estágio inicial durante a disseminação da variante Gama, e, quando o pico de óbitos foi atingido, menos de 15% da população tinha recebido a primeira dose. À medida que a vacinação dos grupos prioritários avançava, porém, a média móvel de mortes começou a cair no Brasil a partir de maio de 2021, e instituições como a Fiocruz chegaram a apontar uma queda na média de idade das vítimas de covid-19, uma vez que os mais velhos tinham cobertura vacinal maior que adultos e jovens.

Vacinação drive thru na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), zona norte do Rio. A cidade do Rio de Janeiro retoma hoje (25) sua campanha de aplicação da primeira dose da vacina contra a covid-19 em idosos da população em geral.
Vacinação de grupos de riscos foi importante para que a variante Delta não tivesse altas taxas de mortalidade no Brasil – Tânia Rêgo/Agência Brasil

Delta

Enquanto a curva da variante Gama descia no Brasil em maio, a variante Delta mostrava seu poder de transmissão na Índia desde abril e levava a outra situação de colapso que alarmava autoridades de saúde internacionais. Segundo dados da OMS, mais de 100 mil indianos morreram de covid-19 somente em maio, e a organização declarou a Delta uma variante de preocupação no dia 11 daquele mês. 

A variante Delta se espalhou e diversos países como Indonésia, Estados Unidos e México tiveram altas na mortalidade entre julho e agosto. No Brasil, a vacinação dos grupos de risco e a recente onda da variante Gama produziram o que os pesquisadores chamam de imunidade híbrida. 

“É a imunidade das vacinas somada à imunidade da infecção natural”, explica o virologista. “O problema da imunidade natural é que milhares de pessoas morreram. Não é algo que a gente possa pensar como uma estratégia, mas aconteceu. A gente não viu nem de perto o que aconteceu com a Gama acontecer com a Delta.”

Ômicron

Apesar disso, a variante Delta substituiu a Gama como a principal causadora dos casos de covid-19 no país ao longo do segundo semestre de 2021, e manteve esse posto até que fosse derrubada pela Ômicron. A última variante de preocupação catalogada, até então, teve seus primeiros casos identificados no Sul da África em novembro de 2021, e, a partir da segunda quinzena de dezembro, países de todos os continentes registraram um crescimento de casos em velocidade sem precedentes. Ao longo de todo o mês de janeiro de 2022, o mundo registrou mais de 20 milhões de casos de covid-19 por semana, enquanto o recorde anterior era de quase 5,7 milhões por semana, segundo a OMS.

cartão Vacinação DF
A Ômicron encontrou um cenário de vacinação mais ampla – Marcello Casal jr/Agência Brasil

Entre todas as variantes, a Ômicron é a que acumula mais mutações, garantindo uma capacidade de contágio muito maior que as demais. Além disso, explica Fernando Naveca, também é a mais capaz de escapar das defesas imunológicas, causando reinfecção e infectando pessoas vacinadas, ainda que sem gravidade em grande parte das vezes. Diferentemente da Gama, a variante supertransmissível encontrou um cenário de vacinação mais ampla, com mais de 60% da população brasileira com duas doses e dose única, e grupos de risco já com acesso à dose de reforço. 

Antes da variante Ômicron, o recorde na média móvel de novos casos de covid-19 no Brasil era de 77 mil por dia. Entre 20 de janeiro e 20 de fevereiro de 2022, porém, o país repetiu dia após dia uma média móvel de mais de 100 mil casos diários, chegando a quase 190 mil casos por dia no início de fevereiro, segundo dados do painel Monitora Covid-19, da Fiocruz. Cidades como o Rio de Janeiro registraram, somente no mês de janeiro de 2022, mais casos de covid-19 que em todo o ano de 2021, quando as variantes Gama e Delta eram as dominantes.

Ainda que o número de mortes tenha subido com o pico da variante Ômicron, a média móvel de vítimas não superou os mil óbitos diários nenhuma vez em 2022, enquanto, em 2021, todos os dias entre 24 de janeiro e 30 de julho tiveram média de mais de mil mortes. Essa diferença tem relação direta com a cobertura vacinal atingida pelo país, que já tem 73% da população com duas doses ou dose única e 31% com dose de reforço. 

“Felizmente, tivemos um pico absurdo de casos que não se refletiu em um número tão alto de casos graves. Então, a não ser que surja outra variante, a gente deve viver um período mais tranquilo, porque tivemos muita vacinação e um pico grande da Ômicron. Isso deve nos ajudar a ter uma queda de casos”, espera o pesquisador.


Por Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil – Foto: Fernando Frazão/AB

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Itapevi realiza mais um “Dia D Kids” contra Covid-19 neste sábado (12)

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A Prefeitura de Itapevi realiza neste sábado (12), mais um Dia D Kids da campanha de vacinação contra a Covid-19, para crianças de 5 a 11 anos de idade, no Ginásio de Esportes (Av. Rubens Caramez, 1000, Vila Aurora). No município mais de 70% desse público já foi imunizado com a 1ª dose.

A vacinação acontece das 8h às 16h, com entrega de senhas até as 15h. Os pais e responsáveis devem estar presentes no ato da vacinação. É necessário apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência.

A escolha do Ginásio, como polo exclusivo de vacinação infantil segue uma orientação da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), já que as crianças devem permanecer no local em observação por pelo menos 20 minutos após a aplicação da vacina. Por conta disso, na vacinação infantil não há modalidade Drive Thru.

Segunda Dose

Crianças que já tomaram a primeira dose há mais de 28 dias devem retornar ao Ginásio de Esportes para receber a segunda dose e garantir maior proteção contra o vírus.

Em Itapevi, mais de 70% das crianças de 5 a 11 anos já foram vacinadas com a primeira dose.

Locais de Vacinação

De segunda a sexta-feira, a vacinação contra a Covid-19 acontece na Kolping Cristo Rei (Rua Brasília Abreu Alves, 33 – Nova Itapevi), para o público acima dos 12 anos, das 8h às 16h, com distribuição de senhas até as 15h.

Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) também é realizada a vacinação contra a Covid-19 para o público acima dos 12 anos, das 13h às 15h, com entrega de senhas ao meio-dia.

Já o Ginásio de Esportes é um polo exclusivo para o público infantil (de 5 a 11 anos de idade), das 8h às 16h, com distribuição de senhas até as 15h.


Fonte/texto/foto: SECOM-Itapevi

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Vacina da Pfizer como dose de reforço aumenta em até 25 vezes anticorpos

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Estudo avaliou profissionais de saúde que haviam recebido duas doses de CoronaVac; vacina Oxford-AstraZeneca aumenta em sete vezes o nível

A redução da imunidade contra o SARS-CoV-2 registrada 75 dias após a segunda dose das vacinas CoronaVac e ChAdOx1 (Oxford-AstraZeneca) pode ser revertida significativamente com o reforço da Pfizer/Biontech, de acordo com estudo conduzido na Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp).

A pesquisa mostrou que a terceira dose da Pfizer aumenta em até 25 vezes o nível de anticorpos medido depois das duas aplicações de CoronaVac e em até sete vezes o alcançado após a imunização completa com a ChAdOx1. Os resultados foram publicados no Journal of Infection.

Apoiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo)  por meio de dois projetos (17/20106-9 e 20/08943-5), o estudo foi realizado com uma coorte não randomizada de 48 profissionais de saúde de hospitais e instituições regionais. Eles têm idade média de 30 anos, para os vacinados com CoronaVac, e 40 anos para os que receberam a ChAdOx1.

“Temos visto que a adesão à dose de reforço da vacina contra a COVID-19 não está tão alta quanto poderia ser. Nosso estudo, no entanto, mostra a importância de a população tomar a terceira dose porque há um aumento significativo da resposta imunológica e celular, indicando maiores níveis de proteção” diz à Agência FAPESP Alexandre Keiji Tashima, professor do Departamento de Bioquímica da EPM-Unifesp e autor correspondente do artigo.

Até o dia 1º de março, o Brasil contava com 30,6% da população imunizada com a dose de reforço contra a COVID-19 (cerca de 65,073 milhões de pessoas). Com a vacinação completa (duas doses ou dose única) eram 73% dos brasileiros (155,071 milhões de pessoas), segundo dados do Our World in Data, da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

“Com a pandemia, montamos um grupo de pesquisadores na Unifesp para trabalhar em estudos envolvendo a COVID-19. O objetivo é fazer uma caracterização bioquímica completa dos anticorpos”, afirma Tashima, que é orientador do doutorado de Jackelinne Yuka Hayashi, primeira autora do artigo. O trabalho contou ainda com a participação de quatro pesquisadores da Euroimmun Brasil, empresa especializada em soluções para diagnóstico laboratorial.

Os resultados do grupo corroboram estudos já publicados por cientistas de Hong Kong e de universidades norte-americanas.

Além disso, outras pesquisas haviam mostrado a eficácia da dose de reforço. Uma delas, publicada no início de fevereiro na Nature Medicine, mostrou que a aplicação da terceira dose da vacina da Pfizer seis meses após a imunização com duas da CoronaVac confere uma eficácia de 92,7% contra a doença. Já contra casos graves do SARS-CoV-2, a proteção sobe para 97,3%. Foram analisados dados de cerca de 14 milhões de brasileiros.

Avaliações

Os participantes da pesquisa do grupo da Unifesp tiveram amostras de sangue colhidas em cinco momentos: antes da vacinação; 28 dias após a primeira dose; 14 dias depois da segunda, 75 dias depois da segunda dose e 14 dias após o reforço da terceira. Foram realizados testes clínicos para IgG (que determina a presença e quantidade de anticorpos no organismo), com avaliação de anticorpos neutralizantes, capazes de impedir a infecção, e das respostas celulares.

No grupo imunizado com CoronaVac e reforço de Pfizer, os valores médios de IgG aumentaram de 19,8 BAU/ml (unidades de anticorpos ligantes por mililitro de sangue), após a primeira dose, para 429 BAU/ml com a segunda. Valores iguais ou acima de 35,2 BAU/ml são considerados positivos.

Essa proteção diminuiu significativamente nas dez semanas seguintes, caindo para 115,7 BAU/ml. Após o reforço, no entanto, a concentração de IgG voltou a subir, crescendo 25 vezes e atingindo 2.843 BAU/ml. Em relação aos níveis de anticorpos neutralizantes, houve aumento de 23,5%, no intervalo da segunda dose, para 99,3% depois do reforço.

Entre os imunizados com a vacina da AstraZeneca e a terceira dose de Pfizer, as respostas medianas de IgG aumentaram de 86,8 BAU/ml para 648,9 BAU/ml durante as duas primeiras aplicações. Depois, caíram para 390,9 BAU/ml. Mas, com a dose de reforço, subiram sete vezes – para 2.799,2 BAU/ml. Já os níveis de anticorpos neutralizantes cresceram de 63,2% para 98,9%.

“É possível ver que mesmo com a redução da imunidade no período pós segunda dose ainda há uma resposta celular relevante contra os antígenos do coronavírus. No entanto, o interessante é que, após a terceira dose, os dois grupos tiveram aumento significativo tanto da resposta celular como da humoral [de anticorpos]. Isso foi algo que nos impressionou, indicando uma boa resposta nos dois grupos”, explica Tashima.

Uma das limitações do estudo foi o fato de não ter sido possível comparar os resultados com dados da população em geral ou de grupos específicos, como idosos.

Alguns voluntários que participaram do estudo foram contaminados pela variante ômicron após o reforço da vacinação. Os pesquisadores estão agora em nova etapa de coleta de sangue dessas pessoas para analisar eventuais impactos da variante, que no início de janeiro respondeu por 97% dos casos de COVID-19 no Brasil.

O artigo Humoral and Cellular Responses to Vaccination with Homologous CoronaVac or ChAdOx1 and Heterologous Third Dose with BNT162b2 pode ser lido em: www.journalofinfection.com/article/S0163-4453(22)00115-3/fulltext#fig0001.


Por Portal Governo SP – foto: Gilberto marques/Governo SP

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UBS Pedro Izzo volta a funcionar na próxima segunda-feira (7)

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Com as novas salas de assistente social, de pré e pós-consulta e dois consultórios de clínica médica, a capacidade mensal de atendimento poderá superar a média de 8.763 registrada pela unidade antes da reforma. A UBS conta com especialidades como clínica geral, enfermagem, fonoaudiologia, ginecologia e obstetrícia, nutrição, odontologia e periodontia, pediatria e psicologia.

De acordo com Maria de Fátima da Silva, assessora da Cabs (Coordenadoria de Atenção Básica à Saúde), essa reforma fez aumentar a capacidade da unidade: “houve aumento de salas, o que nos proporciona ampliar o número de profissionais para atender a população e trazer especialistas que não tínhamos ainda na UBS”, revela.

UBS Pedro Izzo passou por reforma estrutural – Foto: Divulgação/SECOM-Barueri

“Outros pontos importantes que são bem legais de destacar são o atendimento individualizado da odontologia, agora totalmente possível, e a recepção bem mais acessível. Com reformas como essa tudo melhora, pois tende a tornar o ambiente mais acolhedor para todos: servidores e pacientes”, arremata ela.

Os atendimentos médicos, que foram remanejados para a UBS Kátia Kohler, e os odontológicos, que estavam no Centro de Especialidades Luiz Maria Barletta, voltam para a UBS Pedro Izzo a partir desta segunda-feira, dia 7.

Serviço:
O horário de funcionamento da UBS Pedro Izzo é de segunda a sexta-feira das 7h às 21h;
Endereço: Rua Everest, 26 – Jardim Esperança;
Telefone: (11) 3164-9461.


Fonte/texto/foto: SECOM-Barueri

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Mortes por COVID-19 caem pela primeira vez em 2022 no Estado de SP

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O Governador João Doria anunciou nesta quarta-feira (23) que as mortes por COVID-19 em São Paulo caíram pela primeira semana em 2022 após o pico de casos ocasionado pela variante Ômicron. A última semana epidemiológica fechou com uma redução de 11%, indicando uma tendência de queda já comprovada pela redução das internações na última semana.

“Essa queda consolida a tendência de redução de internações e de óbitos. A vacinação foi a grande responsável por evitar que a variante Ômicron causasse uma mortalidade em grande escala em São Paulo. Milhares de vidas foram poupadas”, disse Doria.

A média móvel de 7 dias de óbitos registrada nesta quarta-feira (23) foi a menor deste mês de fevereiro, com 212 novas mortes. O pico de óbitos neste ano foi no dia 8 de fevereiro, quando o estado registrou uma média móvel de 288 mortes.

“A expectativa do Governo de SP é que as quedas se mantenham nos próximos dias, fruto do avanço da vacinação no estado. Nosso objetivo é ampliar ainda mais a cobertura vacinal com a terceira dose, que hoje já tem cerca de 20 milhões de pessoas vacinadas, e reduzir o número de faltosos com a segunda dose”, destacou o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.

Redução nas internações

As novas internações em leitos de enfermaria e UTI em São Paulo registram queda nas últimas três semanas epidemiológicas. O estado tem hoje 6.220 pessoas internadas, sendo 2.540 em unidades de terapia intensiva e 3.680 em enfermarias. A redução das novas internações na última semana foi de 27,9%.

Em comparação com o pico causado pela variante Ômicron, SP apresenta uma redução de 46% no total de internados. No dia 28 de janeiro, o estado tinha 11.541 pessoas em leitos de enfermaria e UTI.

Entre o total de internados em enfermaria neste ano, a redução comparada com o pico, que ocorreu no dia 27 de janeiro, foi de 52%. O maior número de internados em unidades de terapia intensiva ocorreu em 3 de fevereiro e a redução até aqui é de 38%.


Por Portal Governo SP – Imagem: Reprodução/Governo SP/Istock

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Brasil ultrapassa 93% de vacinados com uma dose

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O Brasil ultrapassou a marca de 93% de brasileiros acima de 12 anos vacinados com a primeira dose da vacina contra covid-19. Com a dose única ou as duas doses do esquema vacinal, são 87% dos brasileiros cobertos, considerando o mesmo público-alvo.

Até o momento, foram 380 milhões de doses de vacina aplicadas nesse público. As informações são do Ministério da Saúde.

Já o reforço da imunização foi tomado por 50,6 milhões de pessoas. Desse total, 48,5 milhões são de doses de reforço e 2 milhões de doses adicionais.

No total, das mais de 660 milhões de doses de vacinas adquiridas, o Governo Federal já distribuiu mais de 430 milhões às unidades federativas.

Segundo o governo, a vacinação do público entre 5 e 11 anos também segue avançando. Das 20,4 milhões de crianças, mais de 5 milhões tomaram a primeira dose.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou com jornalistas na manhã desta segunda-feira (21) e reiterou a importância de completar o esquema vacinal contra covid-19 e tomar a terceira dose. “A campanha de vacinação segue firme e aproveito a oportunidade de reiterar o que eu tenho falado todos os dias: a necessidade de avançar com a dose de reforço. Isso é importante para a proteção da nossa população, sobretudo para os idosos, que tomaram as duas doses no começo da campanha. Esse reforço é fundamental para que tenhamos uma proteção maior contra a variante Ômicron”, disse Queiroga.


Por Agência Brasil – Imagem: Rawpixel

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Vacinação de crianças e adolescentes na Capital Paulista já supera cidades como Toronto e Nova York

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A campanha de vacinação contra a Covid-19 da cidade de São Paulo segue ganhando cada vez mais destaque no mundo. Após o início da imunização de crianças de 5 a 11 anos de idade, em janeiro deste ano, a capital paulista já atingiu taxas de cobertura vacinal superiores às de outras grandes cidades como Nova York, nos Estados Unidos, e Toronto, no Canadá.

De acordo com dados atualizados nesta sexta-feira, a cidade de São Paulo imunizou 72,94% da população de 5 a 11 anos de idade com a primeira dose (D1) ficando à frente de Toronto (55%), que começou a vacinar o público dessa faixa etária em novembro do ano passado. A capital paulista também supera a cidade canadense na taxa de vacinação da população adolescente. Até hoje (18), o município de São Paulo vacinou 114,45% dos jovens de 12 a 17 anos de idade com a primeira dose da vacina e 97,86% com a segunda dose (D2), enquanto Toronto, na última segunda-feira (14), registrou 94% de taxa de cobertura vacinal em D1 e 90% em D2.

Somando os números de vacinação de crianças e adolescentes, na faixa etária de 5 a 17 anos, São Paulo totaliza 90,4% de cobertura vacinal em D1, porcentagem que coloca a capital paulista à frente de Nova York, com 63,8%.

A cidade de São Paulo também é destaque na vacinação da população geral com mais de 5 anos de idade, totalizando 106,4% de imunização em D1 e 94,5% em D2, números que ultrapassam Madrid (91,29% em D1 e 86,5% em D2), na Espanha.


Por SECOM-Prefeitura de São Paulo

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Aplicativo E-SAÚDESP aproxima usuários da telemedicina no SUS da Capital Paulista

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Com o aplicativo e-saúdeSP a cidade de São Paulo continua a apostar na tecnologia como aliada ao cuidado com a saúde dos cidadãos. A plataforma digital auxilia pacientes e profissionais de saúde ao garantir agilidade e segurança no atendimento e acesso às informações.

A plataforma possibilita acesso ao @covid, que faz o acolhimento de pacientes com suspeitas ou dúvidas sobre a doença. O usuário aponta seus sintomas e as respostas são analisadas por médicos e enfermeiros. O munícipe recebe de volta um relatório sobre a sua situação contendo a orientação necessária, como encaminhamento para uma teleconsulta ou uma UBS.

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Mais de 1.060.30 atendimentos de teleassistência já foram realizados na plataforma, sendo 82.633 feitos pela central da @covid.

Na teleconsulta o paciente será atendido remotamente por um médico ou enfermeiro e poderá receber orientações complementares, uma receita médica (enviada diretamente pela plataforma) ou ser encaminhado a uma unidade de emergência. Neste caso, a central da @covid monitora a trajetória da pessoa até a unidade.

Dados clínicos integrados

O e-saúdeSP é uma ferramenta online 360® que integra dados clínicos, informações sobre a vacinação contra a Covid-19, telemedicina, todo o histórico do paciente SUS na capital paulista e o Passaporte da Vacina.

Nele, os usuários podem acessar laudos de exames laboratoriais e de imagem, consultas e receitas realizadas nos equipamentos de saúde do município. O app também  auxilia no combate à pandemia da Covid-19 no município, pois é possível acompanhar os grupos que podem ser imunizados, consultar as doses recebidas e acessar a lista dos locais de vacinação na capital, também disponibilizados na página Vacina Sampa.

Minha Saúde

Neste ícone, o paciente pode inserir dados sobre medicamentos, doenças crônicas, alergias, pressão arterial, entre outros. O objetivo é estimular a participação ativa do cidadão em seu autocuidado.

Passaporte da Vacina

Após realizar o login, é possível acessar o Passaporte da Vacina, que está localizado no ícone laranja no canto inferior direito do menu principal.

O recurso digital comprova se a pessoa já recebeu a primeira dose, duas doses, a dose adicional ou recebeu a dose única do imunizante contra a Covid-19, com as datas de aplicação das doses, nome completo, CPF, data de nascimento e um QR Code.

O Passaporte garante mais segurança às pessoas contra a transmissão da Covid-19 na cidade de São Paulo. Com esse código, os locais de eventos, restaurantes, bares, museus e estádios poderão visualizar o registro de vacinas do usuário, que deverá ter ao menos uma dose para ingressar nos espaços.

A comprovação da condição vacinal também pode ser realizada pelo registro físico, mediante apresentação do comprovante de vacinação, ou de forma digital disponível nas plataformas VaciVida e ConectSUS.

A iniciativa do e-saúdeSP faz parte do Programa Avança Saúde – BID, da Prefeitura de São Paulo, via Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e está disponível para dispositivos Android e iOS e em versão web, via Portal do Cidadão. Para acessar a plataforma, é necessário fazer o cadastro e criar uma senha.


Por SECOM-Prefeitura de São Paulo – Imagem: Foto/Divulgação

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São Paulo faz semana de vacinação contra covid-19 nas escolas

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Para aumentar a cobertura vacinal de crianças de 5 a 11 anos de idade, o governo de São Paulo vai promover uma semana de vacinação contra a covid-19 nas escolas do estado, entre os dias 19 e 25 de fevereiro. A iniciativa será realizada em escolas públicas e privadas, mas apenas nos municípios que aderirem à campanha. A ideia do governo estadual é que as crianças sejam vacinadas no horário escolar, mas as cidades serão as responsáveis por definir a melhor estratégia de imunização.

Até este momento, o estado de São Paulo já vacinou 2,4 milhões de crianças nessa faixa etária, o que representa 60% dessa população. Para a coordenadora do Plano Estadual de Imunização de São Paulo, Regiane de Paula, é preciso que esse número cresça ainda mais.

Não haverá necessidade da presença dos pais ou responsáveis durante a vacinação nas escolas. Eles só precisam assinar um termo de concordância.

As vacinas que estão sendo aplicadas em crianças são seguras e foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Elas impedem, principalmente, que as pessoas desenvolvam formas graves da doença.

Segundo o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, um estudo feito no Hospital Emílio Ribas demonstrou que 86% das pessoas que morreram por causa da covid-19 não tinham tomado nenhuma dose da vacina ou completado o esquema vacinal.

Neste ano, os alunos da rede estadual de educação de São Paulo vão precisar apresentar o comprovante de vacinação contra a covid-19 ou um atestado médico que comprove a contraindicação para a imunização. Os responsáveis devem entregar o documento durante o segundo bimestre letivo. Segundo resolução da Secretaria de Educação, os alunos não vacinados não serão impedidos de frequentar as aulas. Entretanto, caso a documentação não seja apresentada no prazo máximo de 60 dias, a situação será relatada ao Conselho Tutelar, ao Ministério Público e às autoridades sanitárias “para providências que couber”, diz a resolução.

Um dos artigos do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) determina a obrigatoriedade da vacinação das crianças em casos recomendados pelas autoridades sanitárias.

Aumento de mortes

Apesar dos casos de covid-19 e internações pela doença estarem em queda no estado, as mortes continuam crescendo. Segundo o secretário de Saúde de São Paulo, uma parte desse aumento se deve ao atraso na inserção dos dados por parte dos municípios. Outra parte se refere a pacientes que desenvolveram a forma grave da doença e não conseguiram sobreviver.  

O governo de São Paulo alerta para que as pessoas continuem evitando aglomerações, especialmente no período de carnaval, e mantenham as medidas não farmacológicas – como o uso de máscaras faciais e álcool em gel para higienização das mãos.

A taxa de ocupação de leitos de unidades de terapia intensiva (UTI) no estado de São Paulo está hoje em 64,5%, com 3.182 pessoas internadas em estado grave e mais 4.797 pessoas em enfermarias.


Por Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil – Foto: Tânia Rêgo/AB

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